segunda-feira, 29 de junho de 2009

http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=DOUTRINA&id=dou0339

Jesus Cristo existiu mesmo?

A nossa fé está toda ela centrada em Jesus Cristo, o Filho único e bendito do Pai, testemunhado pelos apóstolos e por muitos. No entanto, aqueles que não crêem nisto, às vezes querem negar até a exitência histórica de Jesus, como se Ele tivesse sido apenas um mito. Mas hoje em dia esta tese já quase não tem mais adeptos, em face das evidências históricas e científicas. Há documentos cristãos e não cristãos (romanos e judeus) que falam de Jesus. Os cristãos já os conhecemos bem: os Evangelhos, as Cartas do Apóstolos, os escritos dos Santos Padres, etc..

Documentos romanos:

Entre os anos 110 e 120 três escritores romanos, não cristãos, deixaram o seu testemunho sobre Jesus. São documentos com menos de cem anos após a morte de Cristo, e informam com exatidão sobre o lugar e a época em que Jesus viveu. Consideram Jesus como um personagem histórico, e não como um mito.

1. O mais importante é o de Tácito que escreveu por volta do ano 116, falando do incêndio de Roma que aconteceu no ano 64. Tácito apresenta uma notícia exata sobre Jesus, embora curta. ´Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo na cidade. Então, para cortar o mal pela raiz, Nero imaginou culpados e entregou às torturas mais horríveis esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vêm´lhes de Cristo, que, sob o reinado de Tibério, foi condenado ao suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu´se de novo, não somente na Judéia, onde tinha a sua origem, mas na própria cidade de Roma´(AnaisXV, 44).

2. Plínio o Jovem, Governador romano da Bitínia (Asia Menor), escreveu ao imperador Trajano, em 112: ´...os cristãos estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus´ (Epístolas, I.X 96)

3. Suetônio, no ano 120, referindo´se ao reinado do imperador romano Cláudio (41´54), afirma que este ´expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Chrestós (forma grega equivalente a Christós), se haviam tornado causa frequente de tumultos´ (Vita Claudii, XXV). Esta informação coincide com o relato de Atos 18,2 (´Cláudio decretou que todos os judeus saíssem de Roma´); esta expulsão ocorre por volta do ano49/50. Suetônio, mal informado, julgava que Cristo estivesse em Roma, provocando as desordens. Os judeus foram expulsos de Roma por outros motivos.

Documentos Judaicos:

1. O Talmud dos judeus apresentam passagens referentes a Jesus. Talmud é uma coletânea de leis e comentários históricos dos rabinos judeus posteriores a Jesus. A importância destes documentos está em que, embora eles se opunham a Jesus, não negam a sua existência, embora procurem interpretar a tradição cristã de maneira a ridicularizá´la. É claro que eles não teriam a preocupação de combater um personagem que fosse apenas um mito. Tratado Sanhedrin 43a do Talmud da Babilônia: ´Na véspera da Páscoa suspenderam a uma haste Jesus de Nazaré. Durante quarenta dias um arauto, à frente dele, clamava: ´Merece ser lapidado, porque exerceu a magia, seduziu Israel e o levou à rebelião. Quem tiver algo para o justificar venha proferí´lo!´ Nada, porém se encontrou que o justificasse; então suspenderam´no à haste na véspera da Páscoa.´ Aqui os próprios judeus dão um testemunho claro da morte de Jesus por crucifixão, embora distorçam os fatos, procurando ridicularizar o Cristo, em quem não acreditavam.

2. Flávio Josefo (historiador judeu, 37´95):

´Por essa época apareceu Jesus, homem sábio, se é que há lugar para o chamarmos homem. Porque Ele realizou coisas maravilhosas, foi o mestre daqueles que recebem com júbilo a verdade, e arrastou muitos judeus e gregos. Ele era o Cristo. Por denúncia dos príncipes da nossa nação, Pilatos condenou´o ao suplício da Cruz, mas os seus fiéis não renunciaram ao amor por Ele, porque ao terceiro dia ele lhes apareceu ressuscitado, como o anunciaram os divinos profetas juntamente com mil outros prodígios a seu respeito. Ainda hoje subsiste o grupo que, por sua causa, recebeu o nome de cristãos´(Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a). Alguns críticos põem em dúvida; alguns acham que os louvores a Cristo feito por Flávio José, foram colocados pelos cristãos; no entanto, é certo de que o escritor judeu atesta a sua convicção de que Jesus foi um personagem histórico.

Documentos Cristãos:

Os Evangelhos narram detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos da Palestina. São Lucas, que não era apóstolo e nem judeu, fala dos imperadores Cesar Augusto, Tibério; cita os governadores da Palestina: Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias, Anás e Caifás (Lc 2,1;3,1s); São Mateus e São Marcos falam dos partidos políticos dos fariseus, herodianos, saduceus (Mt 22,23; Mc 3,6); São João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (Jo 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (Jo 19, 13), e muitas outras coisas reais. Os apóstolos e os evangelistas não podiam mentir, pois viviam e pregavam num ambiente hostil, tanto por parte dos judeus quanto por parte dos romanos, e a mínima mentira deles seria prontamente denunciada pelos adversários. Os apóstolos e evangelistas nunca teriam inventado um Messias do tipo de Jesus: Deus´homem, crucificado (escândalo para os judeus e loucura para os gregos ´ 1Cor1,23). Os relatos dos Evangelhos mostram um Jesus bem diferente do modelo do Messias ´libertador político´que os judeus aguardavam. Além do mais, homens rudes da Galiléia não teriam condições de forjar um Jesus tão sábio, santo, inteligente, desconcertante... Os milagres que Jesus fez – cerca de 40 – que os evangelistas narraram (24Mt; 22Mc; 24Lc; 9Jo) jamais poderiam ter sido inventados pela mente dos cristãos. Sem eles, aquele povo não teria o entusiasmo de seguir Jesus, mesmo após a sua morte na cruz. A doutrina que Jesus pregava era de díficil vivência (´entrai pela porta estreita´, ´amai os vossos inimigos´, condenava o divórcio tão comum entre os judeus, etc.) e não era adequada a gerar entusiasmos. O escritor romano Tácito, falava do cristianismo como ´desoladora superstição´, e Minúcio Felix, falava de doutrina indigna dos gregos e romanos.

Sem a realidade dos milagres, e de modo especial a Ressurreição, o Cristianismo não teria vingado na Palestina e teria sido aniquilado pelos doutores da lei. Sem a Ressurreição de Jesus, o milagre decisivo, o Cristianismo estaria baseado na falsidade de um crucificado, doente mental, ou farsante...e na alucinação de alguns rudes pescadores da Galilëia. Mas não, tudo foi verdade!

Isto mostra a veracidade de tudo o que os Evangelhos narram. É preciso lembrar ainda que o zelo da Igreja pela verdade dos fatos, fez com que ela rejeitasse como não autênticos muitos textos apócrifos, por serem cheios de fantasias e maravilhas não comprovadas. Será que poderia um mito ter vencido o Império Romano?

Será que um mito poderia sustentar os cristãos diante de 250 anos de martírios e perseguições? O escritor cristão Tertuliano (†220), de Cartago, escriveu que ´o sangue dos mártires era semente de novos cristãos´.

Será que um mito poderia provocar tantas conversões ao Cristianismo? No século III já haviam cerca de 1500 sedes episcopais em toda a Igreja.

Será que um mito poderia sustentar uma Igreja, que começou cm doze homens simples, e que já tem 2000 anos; já teve 264 Papas, tem hoje mais de 4000 bispos e 410 mil sacerdotes?

sábado, 13 de junho de 2009

DIA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Sagrado Coração de Jesus é uma devoção praticada pela Igreja Católica que se comemora todas as primeiras Sextas-feiras de cada mês. Consiste na veneração do Coração de Jesus.

A origem desta devoção deve-se a Santa Margarida Maria Alacoque, uma religiosa de uma Congregação conhecida como Ordem da Visitação. A Santa Margarida Maria teve extraordinárias revelações por parte de Jesus Cristo, que a incumbiu pessoalmente de divulgar e propagar no mundo esta piedosa devoção. Foram três as aparições de Jesus: A primeira, deu-se a 27 de Dezembro de 1673, a segunda em 1674 e, a terceira, em 1675.

Jesus deixou doze grandes promessas às pessoas que, aproveitando-se da Sua divina misericórdia, participassem das comunhões reparadoras das primeiras sextas-feiras. Disse Ele, numa dessas ocasiões a Santa Margarida: "Prometo-te, pela Minha excessiva misericórdia e pelo amor todo-poderoso do meu Coração, conceder a todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, a graça da penitência final; não morrerão em minha inimizade, nem sem receberem os sacramentos, e Meu Divino Coração lhes será seguro refúgio nessa última hora".


EIS AS PROMESSAS:


1. Eu lhes darei todas as graças necessárias ao seu estado de vida.

2. Eu farei reinar a paz em suas famílias.

3. Eu os consolarei em todas as suas aflições.

4. Serei seu refúgio seguro durante a vida e sobretudo na morte.

5. Derramarei muitíssimas bênçãos sobre todas as suas empresas.

6. Os pecadores encontrão em meu Coração a fonte e o mar infinito da misericórdia.

7. As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.

8. As almas fervorosas elevar-se-ão rapidamente a grande perfeição.

9. Abençoarei Eu mesmo as casas onde a imagem do meu Coração estiver exposta e venerada.

10. Darei aos sacerdotes o dom de abrandar os corações mais endurecidos.

11. As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes escritos no meu Coração e dele nunca serão apagados.

12. No excesso da misericórdia do meu amor todo-poderoso darei a graça da perseverança final aos que comungarem na primeira sexta-feira de nove meses seguidos.

Convido você hoje a levar o Sagrado Coração de Jesus para sua casa e consagrar-se a Ele, e verá as bênçãos que serão derramadas na sua família. Os problemas continuarão, mas Ele estará lá reinando.

sábado, 7 de março de 2009

Escolhendo...

"Descobri que não é possível lutar contra os demônios do nosso ativismo de forma direta. Não posso dizer sempre "não", a não ser que existam coisas dez vezes mais atrativas para escolher. Dizer não para minha luxúria, minhas necessidades e os poderes do mundo, requer uma enorme quantidade de energia.

A única esperança que temos é encontrar algo tão obviamente real e atrativo ao qual eu possa dedicar todas as minhas energias e dizer sim. Desta forma não tenho tempo para dar atenção às minhas distrações. Uma das coisas para as quais eu posso dizer ´sim´ é quando entro em contato com o fato de que sou amado. Uma vez que percebo que mesmo estando totalmente quebrantado, ainda assim sou amado, torno-me livre da compulsão de fazer coisas para obter sucesso."

Pe. Henri Nouwen, entrevista dada a revista Leadership.


Bom dia.

Gostaria de comentar um pouco esta parte retirada da entrevista feita com o Pe Henri Nowen. A entrevista completa pode ser encontrada neste link: http://www.renovare.org.br/default.aspx?code=74

Só podemos pressupor que haja opções para serem escolhidas se e somente se ouver um movimento, uma essência humanamente livre, da parte de quem pode escolher. Só há dois caminhos se houver liberdade para quem escolhe, ademais, não seriam caminhos, mas desejos, sonhos, fantasias, mas mesmo assim, neste contexto de desejo, só há sede de água por que a agua existe, basta encontrá-la para escolher por ela.

Muitas vezes, escolher entre um sim ou não, deve-se antes ter a consciencia de que se pode escolher, ter a consciencia de que somos livres mesmo quando tudo parece perdido, ainda sim temos a liberdade para escolher entre continuar perdidos ou escolher dar um passo em direção ao sombrio e obscuro caminho que nos leva a algum lugar ainda desconhecido.

Dizer sim ou não, se podemos dizer sim a algo, as vezes nem nos damos conta que estamos dizendo não a outras coisas, o contrario também é verdadeiro, dizer não a uma coisa é dizer sim a um outro ato, sentimento ou pensamento.

Como sabiamente o Pe Henri coloca na entrevista, só conseguimos dizer sim a uma coisa ou alguém se este sim é 10x, ou seja, muito mais agradavel do que dizer não.

Nem sempre será mais agradavel de inico, mas as consequencias deste sim, podem ser bem melhores do que dizer não.

Me pergunto como vivem as pessoas cheias de não, de regras que proibem, de proibições as vezes toscas, sem um sentido do porque aquilo é proibido. Deve ser um inferno.

Compreender primeiro o porque do não, é a essência para poder ter uma liberdade de esolha, e não um ato proibitivo onde não se pode, ou não se deve fazer algo. Dizer não, não que seja errado, mas é muito melhor dizer sim a outras possibilidades.

No processo de escolha, dizer não muitas vezes significa em nós continuarmos presos a uma falsa liberdade. Quando ao contrário dizemos sim, estamos colocando em prática nosso direito de escolha.

Então entremos nos nosso cotidiano...

Dizer para as pessoas para não votarem, pois não há políticos que prestem ou qualquer outra que seja a enrolação que alguns insatisfeitos e descrentes nos dizem, é estar dizendo não ao nosso simples e tão grande poder de escolha. Aos que me dizem que não vão votar pois todos são ruins eu sempre repsondo, e porque por acaso você não se candidata?

Meus amigos, dizer sim a um político, a um voto, é dizer que se acredita que aquele sistema pode funcionar melhor do que o sistema antigo (ditadura por exemplo). O desfecho dado pelo nosso voto muitas vezes não é o que esperávamos, mas não podemos ficar na fantasia de que talvez pela péssima administração da maioria, ali no meio dos candidatos não exista nenhum suficientemente bom para a população, dizer isso é ficar na fantasia.

Lembro-me muito bem quando aqui em Londrina tivemos uma eleição de segundo turno em que um candidato reuniu muitos votos e ganhou, não por méritos, mas pela enorme rejeição que o outro candidato tinha. Exercemos nossos direitos não dizendo não a um candidato, mas dizendo sim aquele outro, que para a maioria esmagadora que votou nele, não era o candidato ideal, mas era o que tínhamos para mudar o jogo.

A administração foi péssima, foi ridícula, até mesmo os simpazantes do partido daquele candidato se revoltaram e alguns deles que eu cheguei a conversar, me diziam com a boca cheia que nunca mais iriam votar naquela "corja". Que bom, saíram da fantasia, mas esperimentaram, disseram sim a chance, agora caminham melhor para outros pleitos, não vivendo uma fantasia ideológica, mas a realidade de tentar conhecer o máximo o outro candidato para assim decidir dar o sim do voto, da chance a outro administrador.

Viver a escolha, um ato de liberdade, mesmo que nossas escolhas nos levem para caminhos as vezes obscuros, podemos tentar, pois se há sede, é porque existe a água, ou a coca cola para alguns...


segunda-feira, 2 de março de 2009

Psico soma - Processo de escolha

Bom dia meus queridos visitantes fantasmas.

Ultimamente não tenho recebido muitas informações sobre quem tem visitado o blog, e em vez de um diálogo o blog está se tornando apenas um monólogo.

Continuando o artigo sobre psicosomatização, queria analisar com você a questão da escolha dentro das nossas vidas.

A somatização no caso que descrevi no post anterior, veio pelo meu ato de não querer escolher, de não querer decidir, mas muito além de tudo isso de não me afirmar como pessoa que tem vontades diferentes, conflitantes entre si.

O conflito é algo natural e diário em nossas vidas. Decidir que roupa colocar, o que comer, o que falar, como se portar.

Porém essas situações são na maioria das vezes simples e sempre ou quase sempre (morro de medo de generalizar, acho que já perceberam isso né) nas coisas simples temos sinais que nos dizem o que fazer.

O que vestir na festa hoje? Os sinais vem atraves das pessoas que estão organizando, ou do meio social em que o evento ocorrerá. No caso de um churrasco em uma chácara com os amigos, sabemos o traje mais adequado para tal, assim como se formos a um casamento, saberemos o traje que se pede. Quanto aos alimentos, podemos perguntar o que queremos comer? Ou em alguns casos quando sem opções, o que há para comer?

Mas e nos casos onde nossas escolhem envolvem consequencias maiores e muitas vezes, tais consequencias não são compreendidas em sua plenitude?

Podemos pensar também nos momentos onde dois desejos pesam o mesmo tanto na balança, ou ainda, quando os dois são mutuamente excludentes entre si mas ambos são importantes para minha pessoa (pelo menos enquanto me compreendo desta forma, neste momento atual).

Como encontrar sinais onde parecem não existir?

Perceba que escrevo parecem, pois sempre há sinais a seguir (o Prof Marcos da matéria de fundamentos de psicanálise costuma falar muito isso). A vida, o meio em que vc se encontra, seus pensamentos, e até mesmo seu corpo como no meu caso, nos dão sinais a seguir, porém as vezes não queremos percebe-los.

Eu costumo dizer a princípio, pois isso é algo muito complicado mesmo para quem está passando por estes momenos de dúvidas: Me diga primeiro o que você não quer fazer, o que você não gosta, o que você não quer nem se imaginar fazendo, e aos poucos vamos eliminando pelo pior.

Parece muito fácil, mas na realidade é bem mais difícil do que isso, afinal,"cada escolha uma renúncia isso é a vida" como já dizia aquela musiquinha da novela Malhação.

As vezes escolher algo que gostamos e desejamos como um curso, um emprego ou até mesmo um estilo de vida, nos requer sacrificar algo que gostamos muito, que nos é nescessário enquanto somos esta pessoa que idealizamos, que pensamos ser e gostamos de ser assim. Escolher envolve riscos e decidir por isso ou aquilo em alguns casos envolve renunciar as outras coisas para fazermos uma só coisa bem feita.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Psico Soma

Dia desses aconteceu um caso muito enraçado comigo mesmo, poderei demonstrar aqui o caso e a forma como nossa mente age sobre nosso corpo sem nos darmos conta disso (em boa parte das vezes).

Primeiramente tive um sonho.

Eu no sonho caminhava ao lado de uma pessoa que me puxava e andava com outras pessoas, mas para meu espanto fui ficando para traz, minhas pernas já não aguentavam mais, não estavam doloridas, mas estavam estranhamente anestesiadas, aos poucos eu ia perdendo a força para caminhar, aos poucos ia ficando para traz enquanto aquela pessoa me puxava para adiante.

Alguns dias depois deste sonho, para meu espanto a mesma pessoa do sonho (*nota do escritor (sempre quiz fazer isto), só pude perceber quem era a pessoa após o ocorrido) me ligou me chamando para ir fazer-lhe uma visita. Pela pessoa ser especial para mim, uma pessoa muita cara e que eu queria continuar nossa amizade, eu disse que iria, mas...

Sim meus amigos, mas, minhas pernas ficaram como no sono, pesadas. A cada passo que eu dava em direção a sua casa minhas pernas pesavam mais e mais, um sono me abatia, um cansaço me consumia, mas por que? Eu queria ir, mas meu corpo aparentemente me dizia o contrario.

Aí está o conflito, embora eu quisesse ir, já estava cansado daquela pessoa me amolando, aquela amizade estava me desgastando muito mais do que eu pudera imaginar, e como eu não queria saber daquele sentimento "egoísta" meu desejo de não ir se manisfestava no meu corpo, no cansaço, na fadiga, nas pernas que pesavam.

Mais que resolver o conflito interno entre estar com aquela pessoa ou não, era nescessário que eu resolvesse a qualidade e a forma do meu estar. Não é simplesmente obedecer a uma outra voz que vem em minha cabeça (no caso a voz do não encontrar era sempre reprimida por mim mesmo antes mesmo de virar uma voz), mas muito além disso tudo, era eu na minha liberdade, consertar o relacimento com determinada pessoa para ser melhor para ambos.

Mas, de novo o mas, não é tão facil assim.

Para que chegasse ao ponto de um sintoma em mim, era porque a coisa já estava adiantada, muitos sentimentos estavam escondidos, de mim mesmo, e outros eu escondia da outra pessoa.

Desvendar por associação das metáforas que se formaram, desvendar o elo quebrado e perdido de uma corrente de idéias e sentimentos não é facil, é nescessário um tempo para nós mesmos se calar, se fechar em si e para si mesmo e assim reconstruir aquilo que está já construído.

Quando digo reconstruir não digo começar do zero, quebrar tudo, mas apenas rever tudo o que aconeteceu, parte por parte, acontecimento por acontecimento como uma terceira pessoa, um alguém de fora.

Lembrem-se quando haviam problemas de matematica e ao se constatar um erro na conta, era refeita parte por parte com a professora para verificar onde estava o erro? É mais ou menos assim.

Deve-se reviver sentimento por sentimento, acontecimento por acontecimento, diálogo e mais diálogo, até que uma hora se encontre o elo perdido, o elo escondido da corrente que é nossa vida, para aí então e a partir daí recomeçar.

Leva tempo, muitas vezes dói pois são feridas as vezes cheias de terra que haviamos enterrado a muito tempo, mas ao final do heroico trabalho podemos dizer que valeu a pena.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

QUERIDOS LEITORES...

DICAS PARA OS NOVOS LEITORES...

HÁ NO BLOG ALGUNS POSTS QUE SÃO CONTINUADOS APÓS ALGUNS DIAS OU HORAS, COSTUMO FAZER ISSO PARA QUE OS ASSUNTOS NÃO SE TORNEM EXAUSTIVOS A UMA PRIMEIRA LEITURA.

RECOMENDO ENTÃO QUE SE PROCURE MAIS ABAIXO O INÍCIO DE UM ASSUNTO E DEPOIS VÁ AO POST MAIS RECENTE PARA CONTINUAR A LEITURA, FICARÁ MAIS FACIL COMPREENDER OS TEXTOS.

UM ABRAÇO A TODOS QUE AINDA FREQUENTAM, E ESPERO VOSSO COMENTÁRIO PARA MELHORARMOS OS POSTS OU ATÉ MESMO PARA DISCUTIRMOS SOBRE ALGO QUE DESEJAREM.

MUDOU? MUDOU MESMO?

As mudanças são nas pequenas atitudes, as vezes mudamos a vontade, as vezes mudamos a forma de pensar, as vezes pioramos em alguns aspectos e melhoramos em outros, as vezes somente pioramos, as vezes é nescessário dar um basta e ter a coragem de começar outra vez.

Quando nos prendemos em mudar algo, vamos por exemplo, mudar uma atitude, pegaremos aqui uma coisa simples.

Uma pessoa tem o péssimo hábito de falar palavrões, não como a maioria de nós que solta um ou outro de vez em quando, mas peguemos alguém que não se pode suportar ouvir a sua voz de tanto xingamentos que sai de uma boca só.

Esta pessoa ao se apegar na mudança, estará "contando" cada vez que deixa de dizer um palavrão, as vezes passa dias sem dizer palavrões e até esquece "se acostuma" em não falar palavrões. No entando um dia algo dá errado, e os palavrões recomeçam. Algumas pessoas até mesmo o censuram dizendo que não se pode conversar com ele pois este só diz palavrões e n]ao traz nada de agradavel aos assuntos discutidos.

Nosso amigo então se ira ainda mais, afinal foram tantos dias (contados a dedos por ele) sem dizer um só minimo palavrão e ninguém notou?

Não, não é que ninguém tenha percebido, mas é que muitas vezes reparamos apenas no "anormal" se é que há algo que seja normal entre todos os seres humanos, rs.

O pré-conceito de que aquele rapaz só falava palavrões fica marcado, não somente nele, mas também em todos os outros que sempre o ouviram.

A evolução do homem não é linear, é um vai e vêm constante, nunca parados, as vezes dois passos para traz e um para frente, as vezes dois para frente e nenhum para traz, mas aí vem trez para o lado...

O importante mesmo, é a cada dia deixar-se levar por algo maior, algo que o faça não dizer palavrões, algo que o faça não cometer os mesmos atos, um sentido diferente.

Ver a vida com outros olhos, é o pricipio para viver diferente, embora não devamos nos fitar nas metas apenas, devemos deseja-la acima de tudo, mas também aproveitar o caminho, aproveitar cada passo.

Penso que se quiser-mos uma mudança, é nescessário reconhecer-mos que precisamos mudar, é nescessário uma abertura de horizontes, no qual enxerguemos outros caminhos, outras oportunidades, as vezes até mesmo para um mesmo fim, mas há fins que não há outros caminhos há apenas um.

Muitas pessoas que tem dependencia química, poderiam se livrar da dependência de forma mais humana, mais simples porém não menos dificil para quem luta contra os vícios, se houvesse uma abertura de horizontes, uma mudança de vida a partir do levantar, das amizades, dos lugares frequentados, as vezes embora pareça radical, e sim o é mesmo, não quer dizer que seja pior ou melhor, mas é um caminho.

Mudar um hábito exige as vezes esforço sobre humano, as vezes é nescessário mesmo um milagre, mas as vezes apenas uma vontade esclarecida, uma motivação por algo ainda maior e melhor que aquele hábito que queremos largar já nos leva a grandes mudanças.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Quando as incertezas avançam e as muletas que há tantos anos usavamos parecem não dar conta mais do recado, é hora de mudanças.

Mudar, trocar, variar, respirar por um momento, ver a vida com outros olhos.

Para vermos a vida, os outros e nossos relacionamentos com outros olhos, é nescessário tê-los primeiro.

Muitas pessoas não conseguem ver que uma maldade praticada muitas vezes não foi má intenção, mas foi um erro apenas, um erro do ponto de vista de alguém.

Aquele famoso ditado popular que ouvimos tantas vezes "De boas intenções o inferno está cheio", nos diz muitas coisas.

Começando pela certeza que apenas boas intenções não bastam, é nescessário uma efetivação do que está denro, trazer para fora, o que foi pensado, mas trazer para fora no agir, e não apenas no falar.

Me lembro muito bem de um Grupo de oração que eu participava e muitos lá dentro reclamavam, até que uma pessoa parou e disse bem calmo mas com uma seriedade que me lembro até hoje:

Se ficarmos procurando apenas erros e coisas que não estão dando certo vamos achar, mas em vez de ficarmos falando isso por que ninguém pode trazer uma crítica já com uma solução para o problema?

Nossas boas intenções, muitas vezes, não são permeadas de uma solução palpável, não se pode tocar nas nossas palavras, ficam no vazio, ficam flutando de ouvido em ouvido e nunca param em obra alguma, em algo concreto.

As mudanças que muitas vezes temos que fazer em nós, para então sendo melhores levar os outros a serem também melhores (ou ao menos convivrem consigo mesmos), muitas vezes levam dias, semanas, anos, as vezes uma vida inteira.

Uma vida inteira. A vida em que expresso aqui, não é a biológica, mas a psicológica. Devemos descobrir que quando dizemos "mudar de vida", "estou em uma nova vida", é realmente uma vida nova, aquele outro eu "morreu" e agora vive alguém novo, mas...

Esse alguém novo continua com muito do velho, embora exergue com outros olhos agora, continua vendo com os mesmos olhos biológicos do homem velho, com o mesmo corpo com alguns habitos iguais, com os mesmos amigos as vezes, com a mesma história, embora diferente pelo dia a dia, é a mesma história do ser.

Trazer a solução não quer dizer nescessariamente resolver um problema, ou seja, enxergar a vida com outros olhos, não quer dizer fugir da vida, se esconder ou fazer mágica, mas muitas vezes aprender a aceitar aquilo e o tempo nescessário para resolver, é levantar muitas vezes e mesmo que não se vejam melhorias é olhar com os olhos de quem está agindo e não mais de quem fica querendo ou pensando em agir.

Uma pessoa uma vez me disse não se reconhecer mais, é porque a mudança ouve como um processo natural e ela ficou apegada as suas muletas antigas, é nescessário as vezes parar, e ver a nova pessoa que nos tornamos a cada dia. Novas metas, novos objetivos e mesmo que não alcançados, é nescessário ter aquela certeza de que algo mudou.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O BLOG....

BOM DIA PESSOAL, SEGUE LOGO ABAIXO UM POST COPIADO E COLADO, MUITO INTERESSANTE.

GOSTARIA DE DAR ALGUMAS INFORMAÇÕES SOBRE O BLOG.

ME DISSERAM QUE ESTAVA DIFICIL DE LER PELO FUNDO PRETO E COR BRANCA DAS LETRAS, POIS BEM, ATÉ ESTA UM POUCO COMPLICADO MESMO, MAS ESTOU SEGUINDO UM PEDIDO DA GOOGLE NIGHT.

A GOOGLE NIGHT (PODEM PROCURAR) É UMA FORMA DIERENTE DA PAGINA DO GOOGLE, É TODA EM PRETO E EM LETRAS BRANCAS, AÍ A RESPOSTA QUE ELES DERAM, E QUE ESTOU SEGUINDO É QUE É PARA A ECONOMIA DE ENERGIA.

A COR PRETA NOS MONITORES OCORRE PORQUE OS PONTOS QUE DEVEM MOSTRAR A IMAGEM SE DESLIGAM E A COR BRANCA É QUE GASTA MENOS PARA SER MOSTRADA...

BOM, APENAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA... AÇO A MINHA PARTE AQUI... ESPERO QUE FAÇAM O MESMO... O PLANETA PRECISA DE NÓS.

UM GRANDE ABRAÇO E VOLTAMOS COM A PROGRAMAÇÃO NORMAL...

UM ABRAÇO...

Rotina, mediocridade, omissão, apego, preocupação e idolatria

Arcebispo enumera seis perigos


LONDRINA, terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Londrina (Brasil), Dom Orlando Brandes, dedicou uma mensagem aos fiéis nesta terça-feira em que ele alerta sobre seis perigos.

O primeiro deles é «a rotina». «É o pecado capital da preguiça. A rotina torna a vida sem graça, monótona, sem expectativa de melhora e de transformação. A rotina é a morte do cotidiano, o desprezo dos valores e das maravilhas. É um caminho destrutivo», destaca.

Em segundo lugar, o arcebispo alerta quanto à «mediocridade». «A pessoa medíocre não quer saber de estudo, da participação, de transformação. Vive na alienação, contenta-se com o menos, não quer compromisso.»

«Faz um ‘pacto com mediocridade’, isto é, com uma vida sem sacrifício, sem lutas, sem responsabilidade com muita indiferença e desinteresse. A pessoa medíocre é inimiga da disciplina e do sacrifício, gosta de gabar-se de seus pecados e de criticar e diminuir os outros. Desposa a superficialidade», afirma.

De acordo com Dom Orlando, a mediocridade pode ser curada com a força de vontade, buscando convicções e conversão.

Em terceiro lugar, o arcebispo cita «as omissões». «Omissão é deixar de fazer o que devemos e podemos, como também, fazer mal o que podemos fazer de um modo bem melhor», explica.

«A omissão é escape, fuga, desinteresse, irresponsabilidade. O mundo seria outro, se não fôssemos omissos e acomodados».

Dom Orlando considera que as omissões podem ser vencidas «adquirindo o senso de justiça, a sensibilidade pelos outros, a compaixão pelo irmão e principalmente a autenticidade».

O arcebispo de Londrina cita também entre os perigos «o apego», «raiz do sofrimento moral». «Nossas brigas, ciúmes, discórdias, divisões são frutos do apego. Quem é apegado vive numa prisão. É escravo da dependência. Não tem liberdade interior. Não é capaz de discernimento».

«O apego nos impele à posse dos outros, das coisas e de nós mesmos. Isso gera muito sofrimento porque precisamos defender nossos apegos. Quando perdemos o objeto do apego ficamos raivosos, tristes, decepcionados, porque somos escravos, dependentes, condicionados pelo apego.»

Dom Orlando afirma que o único caminho de libertar-se do apego «é abandonar o objeto de apego, cuja recompensa é a liberdade interior, que significa sermos livres do mal, para nos tornamos livres para a prática do bem. Vencemos o apego pela consciência do seu negativismo».

Em quinto lugar, o arcebispo cita o perigo da «preocupação».«A preocupação antecipa problemas, aumenta as dificuldades, desgasta as pessoas e não resolve nenhum problema».

«O que resolve é a ocupação. Além de prejudicar a saúde, a preocupação dificulta a convivência, alimenta o negativismo, o stress e agressividade. Resolvemos o problema da preocupação com a fé na Providencia Divina, com a previsão das soluções, com o bom senso e o discernimento. Mais solução, menos preocupação», afirma.

Por último, Dom Orlando Brandes cita o perigo da «idolatria».«É tudo o que colocamos no lugar de Deus e endeusamos. Os grandes ídolos hoje são o poder, o prazer, o ter desordenados», explica.

«Quem adora o Deus vivo e verdadeiro obedece o mandamento do amor a Deus, busca crescer na fé, livra-se dos ídolos. Adorar em espírito e verdade é o ensinamento de Jesus», afirma o arcebispo.

 
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