sábado, 7 de março de 2009

Escolhendo...

"Descobri que não é possível lutar contra os demônios do nosso ativismo de forma direta. Não posso dizer sempre "não", a não ser que existam coisas dez vezes mais atrativas para escolher. Dizer não para minha luxúria, minhas necessidades e os poderes do mundo, requer uma enorme quantidade de energia.

A única esperança que temos é encontrar algo tão obviamente real e atrativo ao qual eu possa dedicar todas as minhas energias e dizer sim. Desta forma não tenho tempo para dar atenção às minhas distrações. Uma das coisas para as quais eu posso dizer ´sim´ é quando entro em contato com o fato de que sou amado. Uma vez que percebo que mesmo estando totalmente quebrantado, ainda assim sou amado, torno-me livre da compulsão de fazer coisas para obter sucesso."

Pe. Henri Nouwen, entrevista dada a revista Leadership.


Bom dia.

Gostaria de comentar um pouco esta parte retirada da entrevista feita com o Pe Henri Nowen. A entrevista completa pode ser encontrada neste link: http://www.renovare.org.br/default.aspx?code=74

Só podemos pressupor que haja opções para serem escolhidas se e somente se ouver um movimento, uma essência humanamente livre, da parte de quem pode escolher. Só há dois caminhos se houver liberdade para quem escolhe, ademais, não seriam caminhos, mas desejos, sonhos, fantasias, mas mesmo assim, neste contexto de desejo, só há sede de água por que a agua existe, basta encontrá-la para escolher por ela.

Muitas vezes, escolher entre um sim ou não, deve-se antes ter a consciencia de que se pode escolher, ter a consciencia de que somos livres mesmo quando tudo parece perdido, ainda sim temos a liberdade para escolher entre continuar perdidos ou escolher dar um passo em direção ao sombrio e obscuro caminho que nos leva a algum lugar ainda desconhecido.

Dizer sim ou não, se podemos dizer sim a algo, as vezes nem nos damos conta que estamos dizendo não a outras coisas, o contrario também é verdadeiro, dizer não a uma coisa é dizer sim a um outro ato, sentimento ou pensamento.

Como sabiamente o Pe Henri coloca na entrevista, só conseguimos dizer sim a uma coisa ou alguém se este sim é 10x, ou seja, muito mais agradavel do que dizer não.

Nem sempre será mais agradavel de inico, mas as consequencias deste sim, podem ser bem melhores do que dizer não.

Me pergunto como vivem as pessoas cheias de não, de regras que proibem, de proibições as vezes toscas, sem um sentido do porque aquilo é proibido. Deve ser um inferno.

Compreender primeiro o porque do não, é a essência para poder ter uma liberdade de esolha, e não um ato proibitivo onde não se pode, ou não se deve fazer algo. Dizer não, não que seja errado, mas é muito melhor dizer sim a outras possibilidades.

No processo de escolha, dizer não muitas vezes significa em nós continuarmos presos a uma falsa liberdade. Quando ao contrário dizemos sim, estamos colocando em prática nosso direito de escolha.

Então entremos nos nosso cotidiano...

Dizer para as pessoas para não votarem, pois não há políticos que prestem ou qualquer outra que seja a enrolação que alguns insatisfeitos e descrentes nos dizem, é estar dizendo não ao nosso simples e tão grande poder de escolha. Aos que me dizem que não vão votar pois todos são ruins eu sempre repsondo, e porque por acaso você não se candidata?

Meus amigos, dizer sim a um político, a um voto, é dizer que se acredita que aquele sistema pode funcionar melhor do que o sistema antigo (ditadura por exemplo). O desfecho dado pelo nosso voto muitas vezes não é o que esperávamos, mas não podemos ficar na fantasia de que talvez pela péssima administração da maioria, ali no meio dos candidatos não exista nenhum suficientemente bom para a população, dizer isso é ficar na fantasia.

Lembro-me muito bem quando aqui em Londrina tivemos uma eleição de segundo turno em que um candidato reuniu muitos votos e ganhou, não por méritos, mas pela enorme rejeição que o outro candidato tinha. Exercemos nossos direitos não dizendo não a um candidato, mas dizendo sim aquele outro, que para a maioria esmagadora que votou nele, não era o candidato ideal, mas era o que tínhamos para mudar o jogo.

A administração foi péssima, foi ridícula, até mesmo os simpazantes do partido daquele candidato se revoltaram e alguns deles que eu cheguei a conversar, me diziam com a boca cheia que nunca mais iriam votar naquela "corja". Que bom, saíram da fantasia, mas esperimentaram, disseram sim a chance, agora caminham melhor para outros pleitos, não vivendo uma fantasia ideológica, mas a realidade de tentar conhecer o máximo o outro candidato para assim decidir dar o sim do voto, da chance a outro administrador.

Viver a escolha, um ato de liberdade, mesmo que nossas escolhas nos levem para caminhos as vezes obscuros, podemos tentar, pois se há sede, é porque existe a água, ou a coca cola para alguns...


segunda-feira, 2 de março de 2009

Psico soma - Processo de escolha

Bom dia meus queridos visitantes fantasmas.

Ultimamente não tenho recebido muitas informações sobre quem tem visitado o blog, e em vez de um diálogo o blog está se tornando apenas um monólogo.

Continuando o artigo sobre psicosomatização, queria analisar com você a questão da escolha dentro das nossas vidas.

A somatização no caso que descrevi no post anterior, veio pelo meu ato de não querer escolher, de não querer decidir, mas muito além de tudo isso de não me afirmar como pessoa que tem vontades diferentes, conflitantes entre si.

O conflito é algo natural e diário em nossas vidas. Decidir que roupa colocar, o que comer, o que falar, como se portar.

Porém essas situações são na maioria das vezes simples e sempre ou quase sempre (morro de medo de generalizar, acho que já perceberam isso né) nas coisas simples temos sinais que nos dizem o que fazer.

O que vestir na festa hoje? Os sinais vem atraves das pessoas que estão organizando, ou do meio social em que o evento ocorrerá. No caso de um churrasco em uma chácara com os amigos, sabemos o traje mais adequado para tal, assim como se formos a um casamento, saberemos o traje que se pede. Quanto aos alimentos, podemos perguntar o que queremos comer? Ou em alguns casos quando sem opções, o que há para comer?

Mas e nos casos onde nossas escolhem envolvem consequencias maiores e muitas vezes, tais consequencias não são compreendidas em sua plenitude?

Podemos pensar também nos momentos onde dois desejos pesam o mesmo tanto na balança, ou ainda, quando os dois são mutuamente excludentes entre si mas ambos são importantes para minha pessoa (pelo menos enquanto me compreendo desta forma, neste momento atual).

Como encontrar sinais onde parecem não existir?

Perceba que escrevo parecem, pois sempre há sinais a seguir (o Prof Marcos da matéria de fundamentos de psicanálise costuma falar muito isso). A vida, o meio em que vc se encontra, seus pensamentos, e até mesmo seu corpo como no meu caso, nos dão sinais a seguir, porém as vezes não queremos percebe-los.

Eu costumo dizer a princípio, pois isso é algo muito complicado mesmo para quem está passando por estes momenos de dúvidas: Me diga primeiro o que você não quer fazer, o que você não gosta, o que você não quer nem se imaginar fazendo, e aos poucos vamos eliminando pelo pior.

Parece muito fácil, mas na realidade é bem mais difícil do que isso, afinal,"cada escolha uma renúncia isso é a vida" como já dizia aquela musiquinha da novela Malhação.

As vezes escolher algo que gostamos e desejamos como um curso, um emprego ou até mesmo um estilo de vida, nos requer sacrificar algo que gostamos muito, que nos é nescessário enquanto somos esta pessoa que idealizamos, que pensamos ser e gostamos de ser assim. Escolher envolve riscos e decidir por isso ou aquilo em alguns casos envolve renunciar as outras coisas para fazermos uma só coisa bem feita.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Psico Soma

Dia desses aconteceu um caso muito enraçado comigo mesmo, poderei demonstrar aqui o caso e a forma como nossa mente age sobre nosso corpo sem nos darmos conta disso (em boa parte das vezes).

Primeiramente tive um sonho.

Eu no sonho caminhava ao lado de uma pessoa que me puxava e andava com outras pessoas, mas para meu espanto fui ficando para traz, minhas pernas já não aguentavam mais, não estavam doloridas, mas estavam estranhamente anestesiadas, aos poucos eu ia perdendo a força para caminhar, aos poucos ia ficando para traz enquanto aquela pessoa me puxava para adiante.

Alguns dias depois deste sonho, para meu espanto a mesma pessoa do sonho (*nota do escritor (sempre quiz fazer isto), só pude perceber quem era a pessoa após o ocorrido) me ligou me chamando para ir fazer-lhe uma visita. Pela pessoa ser especial para mim, uma pessoa muita cara e que eu queria continuar nossa amizade, eu disse que iria, mas...

Sim meus amigos, mas, minhas pernas ficaram como no sono, pesadas. A cada passo que eu dava em direção a sua casa minhas pernas pesavam mais e mais, um sono me abatia, um cansaço me consumia, mas por que? Eu queria ir, mas meu corpo aparentemente me dizia o contrario.

Aí está o conflito, embora eu quisesse ir, já estava cansado daquela pessoa me amolando, aquela amizade estava me desgastando muito mais do que eu pudera imaginar, e como eu não queria saber daquele sentimento "egoísta" meu desejo de não ir se manisfestava no meu corpo, no cansaço, na fadiga, nas pernas que pesavam.

Mais que resolver o conflito interno entre estar com aquela pessoa ou não, era nescessário que eu resolvesse a qualidade e a forma do meu estar. Não é simplesmente obedecer a uma outra voz que vem em minha cabeça (no caso a voz do não encontrar era sempre reprimida por mim mesmo antes mesmo de virar uma voz), mas muito além disso tudo, era eu na minha liberdade, consertar o relacimento com determinada pessoa para ser melhor para ambos.

Mas, de novo o mas, não é tão facil assim.

Para que chegasse ao ponto de um sintoma em mim, era porque a coisa já estava adiantada, muitos sentimentos estavam escondidos, de mim mesmo, e outros eu escondia da outra pessoa.

Desvendar por associação das metáforas que se formaram, desvendar o elo quebrado e perdido de uma corrente de idéias e sentimentos não é facil, é nescessário um tempo para nós mesmos se calar, se fechar em si e para si mesmo e assim reconstruir aquilo que está já construído.

Quando digo reconstruir não digo começar do zero, quebrar tudo, mas apenas rever tudo o que aconeteceu, parte por parte, acontecimento por acontecimento como uma terceira pessoa, um alguém de fora.

Lembrem-se quando haviam problemas de matematica e ao se constatar um erro na conta, era refeita parte por parte com a professora para verificar onde estava o erro? É mais ou menos assim.

Deve-se reviver sentimento por sentimento, acontecimento por acontecimento, diálogo e mais diálogo, até que uma hora se encontre o elo perdido, o elo escondido da corrente que é nossa vida, para aí então e a partir daí recomeçar.

Leva tempo, muitas vezes dói pois são feridas as vezes cheias de terra que haviamos enterrado a muito tempo, mas ao final do heroico trabalho podemos dizer que valeu a pena.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

QUERIDOS LEITORES...

DICAS PARA OS NOVOS LEITORES...

HÁ NO BLOG ALGUNS POSTS QUE SÃO CONTINUADOS APÓS ALGUNS DIAS OU HORAS, COSTUMO FAZER ISSO PARA QUE OS ASSUNTOS NÃO SE TORNEM EXAUSTIVOS A UMA PRIMEIRA LEITURA.

RECOMENDO ENTÃO QUE SE PROCURE MAIS ABAIXO O INÍCIO DE UM ASSUNTO E DEPOIS VÁ AO POST MAIS RECENTE PARA CONTINUAR A LEITURA, FICARÁ MAIS FACIL COMPREENDER OS TEXTOS.

UM ABRAÇO A TODOS QUE AINDA FREQUENTAM, E ESPERO VOSSO COMENTÁRIO PARA MELHORARMOS OS POSTS OU ATÉ MESMO PARA DISCUTIRMOS SOBRE ALGO QUE DESEJAREM.

MUDOU? MUDOU MESMO?

As mudanças são nas pequenas atitudes, as vezes mudamos a vontade, as vezes mudamos a forma de pensar, as vezes pioramos em alguns aspectos e melhoramos em outros, as vezes somente pioramos, as vezes é nescessário dar um basta e ter a coragem de começar outra vez.

Quando nos prendemos em mudar algo, vamos por exemplo, mudar uma atitude, pegaremos aqui uma coisa simples.

Uma pessoa tem o péssimo hábito de falar palavrões, não como a maioria de nós que solta um ou outro de vez em quando, mas peguemos alguém que não se pode suportar ouvir a sua voz de tanto xingamentos que sai de uma boca só.

Esta pessoa ao se apegar na mudança, estará "contando" cada vez que deixa de dizer um palavrão, as vezes passa dias sem dizer palavrões e até esquece "se acostuma" em não falar palavrões. No entando um dia algo dá errado, e os palavrões recomeçam. Algumas pessoas até mesmo o censuram dizendo que não se pode conversar com ele pois este só diz palavrões e n]ao traz nada de agradavel aos assuntos discutidos.

Nosso amigo então se ira ainda mais, afinal foram tantos dias (contados a dedos por ele) sem dizer um só minimo palavrão e ninguém notou?

Não, não é que ninguém tenha percebido, mas é que muitas vezes reparamos apenas no "anormal" se é que há algo que seja normal entre todos os seres humanos, rs.

O pré-conceito de que aquele rapaz só falava palavrões fica marcado, não somente nele, mas também em todos os outros que sempre o ouviram.

A evolução do homem não é linear, é um vai e vêm constante, nunca parados, as vezes dois passos para traz e um para frente, as vezes dois para frente e nenhum para traz, mas aí vem trez para o lado...

O importante mesmo, é a cada dia deixar-se levar por algo maior, algo que o faça não dizer palavrões, algo que o faça não cometer os mesmos atos, um sentido diferente.

Ver a vida com outros olhos, é o pricipio para viver diferente, embora não devamos nos fitar nas metas apenas, devemos deseja-la acima de tudo, mas também aproveitar o caminho, aproveitar cada passo.

Penso que se quiser-mos uma mudança, é nescessário reconhecer-mos que precisamos mudar, é nescessário uma abertura de horizontes, no qual enxerguemos outros caminhos, outras oportunidades, as vezes até mesmo para um mesmo fim, mas há fins que não há outros caminhos há apenas um.

Muitas pessoas que tem dependencia química, poderiam se livrar da dependência de forma mais humana, mais simples porém não menos dificil para quem luta contra os vícios, se houvesse uma abertura de horizontes, uma mudança de vida a partir do levantar, das amizades, dos lugares frequentados, as vezes embora pareça radical, e sim o é mesmo, não quer dizer que seja pior ou melhor, mas é um caminho.

Mudar um hábito exige as vezes esforço sobre humano, as vezes é nescessário mesmo um milagre, mas as vezes apenas uma vontade esclarecida, uma motivação por algo ainda maior e melhor que aquele hábito que queremos largar já nos leva a grandes mudanças.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Quando as incertezas avançam e as muletas que há tantos anos usavamos parecem não dar conta mais do recado, é hora de mudanças.

Mudar, trocar, variar, respirar por um momento, ver a vida com outros olhos.

Para vermos a vida, os outros e nossos relacionamentos com outros olhos, é nescessário tê-los primeiro.

Muitas pessoas não conseguem ver que uma maldade praticada muitas vezes não foi má intenção, mas foi um erro apenas, um erro do ponto de vista de alguém.

Aquele famoso ditado popular que ouvimos tantas vezes "De boas intenções o inferno está cheio", nos diz muitas coisas.

Começando pela certeza que apenas boas intenções não bastam, é nescessário uma efetivação do que está denro, trazer para fora, o que foi pensado, mas trazer para fora no agir, e não apenas no falar.

Me lembro muito bem de um Grupo de oração que eu participava e muitos lá dentro reclamavam, até que uma pessoa parou e disse bem calmo mas com uma seriedade que me lembro até hoje:

Se ficarmos procurando apenas erros e coisas que não estão dando certo vamos achar, mas em vez de ficarmos falando isso por que ninguém pode trazer uma crítica já com uma solução para o problema?

Nossas boas intenções, muitas vezes, não são permeadas de uma solução palpável, não se pode tocar nas nossas palavras, ficam no vazio, ficam flutando de ouvido em ouvido e nunca param em obra alguma, em algo concreto.

As mudanças que muitas vezes temos que fazer em nós, para então sendo melhores levar os outros a serem também melhores (ou ao menos convivrem consigo mesmos), muitas vezes levam dias, semanas, anos, as vezes uma vida inteira.

Uma vida inteira. A vida em que expresso aqui, não é a biológica, mas a psicológica. Devemos descobrir que quando dizemos "mudar de vida", "estou em uma nova vida", é realmente uma vida nova, aquele outro eu "morreu" e agora vive alguém novo, mas...

Esse alguém novo continua com muito do velho, embora exergue com outros olhos agora, continua vendo com os mesmos olhos biológicos do homem velho, com o mesmo corpo com alguns habitos iguais, com os mesmos amigos as vezes, com a mesma história, embora diferente pelo dia a dia, é a mesma história do ser.

Trazer a solução não quer dizer nescessariamente resolver um problema, ou seja, enxergar a vida com outros olhos, não quer dizer fugir da vida, se esconder ou fazer mágica, mas muitas vezes aprender a aceitar aquilo e o tempo nescessário para resolver, é levantar muitas vezes e mesmo que não se vejam melhorias é olhar com os olhos de quem está agindo e não mais de quem fica querendo ou pensando em agir.

Uma pessoa uma vez me disse não se reconhecer mais, é porque a mudança ouve como um processo natural e ela ficou apegada as suas muletas antigas, é nescessário as vezes parar, e ver a nova pessoa que nos tornamos a cada dia. Novas metas, novos objetivos e mesmo que não alcançados, é nescessário ter aquela certeza de que algo mudou.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O BLOG....

BOM DIA PESSOAL, SEGUE LOGO ABAIXO UM POST COPIADO E COLADO, MUITO INTERESSANTE.

GOSTARIA DE DAR ALGUMAS INFORMAÇÕES SOBRE O BLOG.

ME DISSERAM QUE ESTAVA DIFICIL DE LER PELO FUNDO PRETO E COR BRANCA DAS LETRAS, POIS BEM, ATÉ ESTA UM POUCO COMPLICADO MESMO, MAS ESTOU SEGUINDO UM PEDIDO DA GOOGLE NIGHT.

A GOOGLE NIGHT (PODEM PROCURAR) É UMA FORMA DIERENTE DA PAGINA DO GOOGLE, É TODA EM PRETO E EM LETRAS BRANCAS, AÍ A RESPOSTA QUE ELES DERAM, E QUE ESTOU SEGUINDO É QUE É PARA A ECONOMIA DE ENERGIA.

A COR PRETA NOS MONITORES OCORRE PORQUE OS PONTOS QUE DEVEM MOSTRAR A IMAGEM SE DESLIGAM E A COR BRANCA É QUE GASTA MENOS PARA SER MOSTRADA...

BOM, APENAS PARA ECONOMIA DE ENERGIA... AÇO A MINHA PARTE AQUI... ESPERO QUE FAÇAM O MESMO... O PLANETA PRECISA DE NÓS.

UM GRANDE ABRAÇO E VOLTAMOS COM A PROGRAMAÇÃO NORMAL...

UM ABRAÇO...

Rotina, mediocridade, omissão, apego, preocupação e idolatria

Arcebispo enumera seis perigos


LONDRINA, terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Londrina (Brasil), Dom Orlando Brandes, dedicou uma mensagem aos fiéis nesta terça-feira em que ele alerta sobre seis perigos.

O primeiro deles é «a rotina». «É o pecado capital da preguiça. A rotina torna a vida sem graça, monótona, sem expectativa de melhora e de transformação. A rotina é a morte do cotidiano, o desprezo dos valores e das maravilhas. É um caminho destrutivo», destaca.

Em segundo lugar, o arcebispo alerta quanto à «mediocridade». «A pessoa medíocre não quer saber de estudo, da participação, de transformação. Vive na alienação, contenta-se com o menos, não quer compromisso.»

«Faz um ‘pacto com mediocridade’, isto é, com uma vida sem sacrifício, sem lutas, sem responsabilidade com muita indiferença e desinteresse. A pessoa medíocre é inimiga da disciplina e do sacrifício, gosta de gabar-se de seus pecados e de criticar e diminuir os outros. Desposa a superficialidade», afirma.

De acordo com Dom Orlando, a mediocridade pode ser curada com a força de vontade, buscando convicções e conversão.

Em terceiro lugar, o arcebispo cita «as omissões». «Omissão é deixar de fazer o que devemos e podemos, como também, fazer mal o que podemos fazer de um modo bem melhor», explica.

«A omissão é escape, fuga, desinteresse, irresponsabilidade. O mundo seria outro, se não fôssemos omissos e acomodados».

Dom Orlando considera que as omissões podem ser vencidas «adquirindo o senso de justiça, a sensibilidade pelos outros, a compaixão pelo irmão e principalmente a autenticidade».

O arcebispo de Londrina cita também entre os perigos «o apego», «raiz do sofrimento moral». «Nossas brigas, ciúmes, discórdias, divisões são frutos do apego. Quem é apegado vive numa prisão. É escravo da dependência. Não tem liberdade interior. Não é capaz de discernimento».

«O apego nos impele à posse dos outros, das coisas e de nós mesmos. Isso gera muito sofrimento porque precisamos defender nossos apegos. Quando perdemos o objeto do apego ficamos raivosos, tristes, decepcionados, porque somos escravos, dependentes, condicionados pelo apego.»

Dom Orlando afirma que o único caminho de libertar-se do apego «é abandonar o objeto de apego, cuja recompensa é a liberdade interior, que significa sermos livres do mal, para nos tornamos livres para a prática do bem. Vencemos o apego pela consciência do seu negativismo».

Em quinto lugar, o arcebispo cita o perigo da «preocupação».«A preocupação antecipa problemas, aumenta as dificuldades, desgasta as pessoas e não resolve nenhum problema».

«O que resolve é a ocupação. Além de prejudicar a saúde, a preocupação dificulta a convivência, alimenta o negativismo, o stress e agressividade. Resolvemos o problema da preocupação com a fé na Providencia Divina, com a previsão das soluções, com o bom senso e o discernimento. Mais solução, menos preocupação», afirma.

Por último, Dom Orlando Brandes cita o perigo da «idolatria».«É tudo o que colocamos no lugar de Deus e endeusamos. Os grandes ídolos hoje são o poder, o prazer, o ter desordenados», explica.

«Quem adora o Deus vivo e verdadeiro obedece o mandamento do amor a Deus, busca crescer na fé, livra-se dos ídolos. Adorar em espírito e verdade é o ensinamento de Jesus», afirma o arcebispo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Real é agora....

Bom dia a todos...

Continuando... e tentando encerrar para irmos a outros tópicos...

O que podemos chamar de real, é o momento presente. No presente temos um presente, podemos fazer tudo agora, e somente agora. O agora, é onde tudo se faz ou se deixa de fazer.

Não pensemos em futuro, pensemos no futuro mas fazendo agora, fazendo hoje tuo o que está ao nosso alcance para termos um bom futuro.

O tempo é precioso, e só podemos agir, atuar, no hoje, não no ontem que já passou muito menos no amanha que ainda não existe.

Quantas pessoas fazem planos e mais planos, e não acordam. Ou quantas delas estão indo amanha para fechar um bom negócio e um acidente ceifa suas vidas. Quantas vezes ficamos doente e tudo que havíamos planejado é bruscamente interrompido.

Quem irá sobreviver são as pessoas com maior capacidade de resiliencia, maior elasticidade emocional. Antes do meu irmão falecer eu sempre sonhava, vendo filmes hollywoodianos, em que iria me vingar se algo acontecesse a ele, ou o contrario, que eu seria vingado. Quando aconteceu o tragico acidente, fiquei de mãos abanando. Não podia fazer nada, apenas aceitar. Aceitar que um jovem de 23 havia falecido. Qaunto a isso nada mais podia ser feito, apenas rezar.

Fazemos muitos planos, mas muitas vezes, os planos não passam de sonhos e sabemos disso, temos a certeza de que são apenas fantasias, idéias e as vezes falamos "se der certo" ou "tomara que seja assim". Não venho aqui escrever um "abaixo assinado" aos nossos planos, mas sim uma tentativa de ajudar a converter estes sonhos em realidades.

Quer por exemplo sohar que entrou em uma boa faculdade? Estude bastante, faça dos seus estudos seu desejo máximo. Quer sonhar que terá um bom emprego? Estude também, procure se formar bem, procure ótimos relacionamentos, não fique imaginando coisas, como será ou deixa de ser, deixe que seus atos te levem ao seu sonho.

Tudo aquilo que plantamos acabamos por colher, ao menos naturalmente deveria ser assim, as vezes não somos nós quem colhemos mas sempre dara um fruto, em nós ou nos outros, a seu tempo.

Ficar fantasiando o passado é muitas vezes impedir que um relacionamento cresça e se torne diferente. É muitas vezes impedir que você conheça uma pessoa ou outra coisa por um pré conceito as vezes infantil, por medo, por indiferença...

Ficar fantasiando o futuro é ainda mais perigoso ainda, por ficar imaginando como será ou como nós desejaríamos que fosse, perde-se muitas oportunidades no decorrer do dia. Muitas frustrações ocorrem por causa disso.

Na aula de Carl Young no ano passado, o professor passou um filme muito interessante, não me recordo o nome do filme agora, depois se quiserem mais informações eu coloco o nome nos comentarios, mas em uma parte do filme o Sr que assistia o atleta disse que queria lhe mostrar algo, mas que estava em dificil acesso pela montanha. O jovem se animou, era um "segredo" e desejava tanto ver o que era que ficava toda hora perguntando. Ao passar por todo o lindo caminho, e chegar no topo da montanha o Sr disse a ele apontando uma pedra sem graça e meio escondida pela grama, pronto esta é a pedra, e o jovem disse, mas é só uma pedra?

Sim meus amigos, é só uma pedra, o Sr estava tentando mostrando ao jovem atleta que o que valia não era a medalha de ouro, mas a jornada até lá, afinal a medalha é apenas uma pedra.

Precisamos ver que se queremos algo, devemos aproveitar o dia a dia durante nosso caminho, não apenas nos prender a imagem, ao fantasma do objeto desejado e rezar para que tudo passe o mais rápido possível.

O caminho que escolhemos hoje refletirá talvez não neste ano, talvez nem no ano que vem, talvez não de certo para nós, mas e as pessoas que encontramos pelo caminho? Talvez para elas o maior tesouro foi te encontrar. Se abrirmos nossa mente e compreendermos que vale a pena sim conquistar o ouro, vale a pena sim vencer, mas que também vale a pena caminhar, poderemos ver se realmente seremos felizes ao fim da caminhada.

Na caminhada já temos uma idéia do que iremos encontrar na frente, ao realizarmos nossos sonhos. Será pedra ou será ouro? Isso quem deve descobrir é você, sou eu, a cada passo que dermos, se este passo nos traz pax, se nos intristesce, se nos faz crescer, se dói em nós, não importa tanto assim, afinal, há espinhos por entre o caminho, o que importa é poder olhar para traz não ao final da caminhada, mas ao fim de cada dia e dizer:

VALEU A PENA.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Fantasia aplicada

Bom dia meus leitores...

Neste momento quero discorrer sobre a fantasia simples do dia a dia.

Sábado estive por alguns momentos em uma festa de casamento, aliás que festa ótima, estão de parabéns a noiva e o noivo (pombinha e chester respectivamente). Neste casamento tivemos muitas conversas, a maioria das pessoas se puseram a relarcionar-se com muitas outras pessoas, foi maravilhoso.

Entretanto quero falar sobre um fato ocorrido algumas horas depois do casamento, uma lembrança fantasiosa em que todos chegaram a irreais conclusões através de pré-conceitos formados.

Durante a festa estávamos conversando e de repente uma pessoa da mesa havia se ausentado, éramos em seis ao todo, como eu notei que estavam apenas cinco na mesa, descreverei abaixo o diálogo.

- Cade o A? Perguntei ao meu Xará
- Foi "deswinzipar" um arquivo. Respondeu-me a gargalhadas o meu Xará.
- Foi o que? Perguntaram outras duas pessoas menos entendidas do assunto de informática (vejam que lindo, também já falamos sobre esta dificuldade de compreensão da mensagem nas diferentes sociedades, ou grupos sociais).
- Foi C.... Bem, não direi literalmente mas aqui poderemos dizer que falei bem "baixinho", foi ao banheiro "desempacotar o arquivo" (esta é a função "des-winzipar").


Gargalhadas gerais após a explicação.

No outro dia como citei a priori, comentei o fato com outras pessoas, mas havia me esquecido quem foi o autor da mensaem "Ele foi deswinzipar o arquivo".

Quando comentei sobre a frase, me perguntaram quem estava na mesa, e de cara já me disseram, se não foi você (primeiro preconceito), só pode ter sido o fulano. Confusão feita, eu tinha certeza que não era o Fulano, mas o nome do autor (ou artista da pérola) me estava recalcado.

Gostaria de definir o recalque como o próprio Freud o descreve. Quando há uma falha, um esquecimento, "um branco" ao falar sobre uma situação que a pincípio não teria sentido esquecer, mas que após análise se descobre ligada em fatos importantes, que pesam muito sobre a história da pessoa, podemos considerar este esquecimento como um recalque para que algo continue inconsciente, para que continue esquecido (a ídeia de que o inconsciente é como a memória esquecida é apresentada por Lacan após rever o conceito nas obras de Freud).

O recalque era meu, mas ninguém lembrava quem tinha sido, eu não lembrava do nome, mas sabia quem não tinha falado, as outras pessoas já com seus pré-conceitos dos diferentes individuos daquela mesa, diziam ter a certeza absoluta de quem fôra (será que continuará com ascento este fôra?) o autor da obra, e eu o principal interlocutor fiquei cego pelas palavras me ditas pouco antes:

- Se não foi você quem disse isso, com certeza foi fulano.

Foi meu xará quem tinha dito a frase, não eu. Mas também não tinha sido fulano. Embora não eu, era um outro com o mesmo nome que o meu. Ao ser falado por mim, este nome do outro remetia a minha pessoa que não tinha falado a frase. Black-Out total, ou seja, deu branco.

Enquanto as pessoas divagavam e estavam felizes em suas fantasias, comentando também outros fatos de fulano (que naquele momento eu já não sabia se fulano tinha mesmo feito tudo aquilo, ou se eram meras fantasias citadas novamente), eu tinha a certeza que o censo comum era uma fantasia pois não era fulano, mas não podia abrir os olhos deles pois não lembrava quem era.

Queria ver o milagre da verdade que liberta, que cura, mas não podia mostra-los a verdade pois eu sabia o que não era verdade mas a realidade em si me escapava. Por detrás da fantasia havia também um preconceito que eu também aderíra, a personalidade mais brincalhona de fulano, mas mesmo assim não era fulano.

O preconceito é também um grande formador de fantasias, lembrem-se que as pessoas nos são misteriosas, nós mesmos não nos conhecemos quanto mais conhecemos os outros não é mesmo?

Ter um Pré-Conceito sobre algo, ou alguém, é por vezes divertido, nos leva a surpresas, nos leva a acontecimentos que não poderíamos prever, nos leva a quebrar nossas fantasias sobre aquela pessoa e nos faz os enxergar como o outro realmente é, ou apenas por instante de segundo o que ele também é capaz.

O importante aqui é compreender que a fantasia do cotidiano pode vir a ser por diversar formas, o preconceito, o esquecimento como esquecimento mesmo, o medo, o esquecimento como recalque, uma doença ou uma simples má interpretação podem nos cegar ou nos abrir portas para um mundo novo, uma nova dimensão na compreensão de fatos, e de pessoas.

Um grande abraço e até mais ver.

 
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