quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

FANTASIA QUE DESTRÓE, COMO SAIR DESTE TIPO DE "SURTO"?

Perdoem-me os assíduos frequentadores deste humilde espaço, iria escrever hoje mas ainda estou em uma crise de ansiedade...

É a famosa fantasia entrando em ação em mim, fantasia não do hoje, mas do futuro, como eu já disse aqui, incerto futuro que nos aguarda...

Dentro em breve voltaremos com nossa postagem de dois em dois dias...

um grande abraço.

Pax

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

CONTINUANDO...

Como não temos acesso total ao outro que interage com a gente, temos sempre a oportunidade de escolher-mos sobre qual perspectivas queremos reviver uma cena que já aconteceu.

Diferentes correntes psicoterapeuticas utilizam esta base de pensamento para auxiliar a pessoa que procura o psicólogo demandando um auxílio, seja este auxílio um maior conhecimento sobre si mesmo, ou o alívio de uma angústia que sufoca, ou para qualquer outro que uma pessoa busca a terapia em si.

Na linha de Moreno que é considerado o pai do psicodrama, as pessoas são levadas a reviverem um "ato" como em um teatro as experiencias traumaticas do passado.

Seguindo esta linha, tenho um livro aqui em casa que se chama "A Volta do Filho Pródigo", em que o Autor (Pe Henri Nowen) faz uma análise da obra "O retorno do filho pródigo" de Rembrant. Durante a análise o autor escreve a mesma cena contando de diferentes perspectivas.

Primeiro a perspectiva do filho mais novo que retorna a casa, depois do filho mais velho, e assim por diante.

Nossa vida deve ser pautada de diferentes visões, não apenas aquela visão que temos de nossa história enquanto personagens, mas também a nossa história como se nós fossemos os expectadores dela, ou como se fossemos outro personagem qualquer na cena. Talvez seja nescessário muito dialogo com as pessoas que estiveram naqueles momentos traumáticos para saber relamente o que se passou em suas cabeças, mas talvez não.

Lembra que eu escrevi que embora somos iguais somos diferentes? Assim também nós podemos assumir papeis diferentes em nossas vidas, ver nossa história a partir de outras perspectivas e dar outros sentidos, outros significados aos acontecimentos.

Não quero aqui deixar vocês divagando sobre quais significados então devemos dar, mas quero que possamos tantar encontrar outros significados (fantasiosos sim, mas também reais), ou seja, é nescessário uma re-significação dos acontecimentos de nossa história. Re-significação tal que nos leve a um novo desfecho, a um desfecho real.

Como encontrar a realidade no passado fantasiado em nós?

Enfim chegamos ao ponto crucial sobre a fantasia do passado.

Como na ciência tentemos fazer o seguinte, quanto mais respostas verdadeiras obtivermos mais real será este novo "desfecho". Em outras palavras, quando nós olharmos para o fato e identificar-mos o maior numero de pontos comuns que as diversas perpectivas nos dão sobre determinado acontecimento, estes pontos comuns poderão ser descritos como realidade, como o que aconteceu.

Por exemplo o caso do Dom Bruno, o que aconteceu realmente foi que ele ajudou a lavar a louça e ninguém mais quis ajudar o irmão que não gostava dele. Ficar criando fantasias sobre o porque ninguém quis é fantasiar e dar significados que muitas vezes podem distorcer o que aconteceu.

Embora a realidade seja subjetiva, podemos encontrar nesta nossa subjetividade algo de real, quando verificamos os fatos pelos fatos.

Este pois é o passado, embora fantasia também real.

sábado, 24 de janeiro de 2009

CONTINUANDO...

A certeza da realidade.

Bom Dia meus amigos, Hoje estarei concluindo o tema sobre fantasia e realidade.

Como saber se é ou não é real? Muito simples.

O passado, já passou, é imutável enquanto fato, porém o que podemos fazer e a muito custo é dar novos significados, novos sentidos a cada experiência que se passou.

Este trabalho de dar novos significados a eventos passados de nossa história é o que acontece na psicoterapia, não se trata de inventar uma fantasia mas na maioria das vezes o trabalho da psicoterapia é justamente retirar as fantasias e colocar os atos em sua devida realidade.

Já disse que a fantasia é criada pela nossa subjetividade ao entrar em contato com o real e que a nossa subjetividade será sempre carregada de nossa história de vida. Assim também será nosso passado.

Enquanto eu estava no mosteiro conversando com o Dom Bruno, ele havia me narrado um fato muito curioso que aconteceu:

Dom Bruno ainda era seminarista na época, e naquele seminario havia um outro seminarista que embora eles nunca tiveram briado ou tido uma discussão mais séria os dois nao se suportavam. Certa noite após o jantar foi pedido ao garoto que ele lavasse a louça, então como é de costume nos seminários o garoto pediu ajuda pra quem quisesse e pudesse ajudar. Para a surpresa de todos somente Dom Bruno ergueu a mão. Ambos se surpreenderam, tanto Dom Bruno que me afirmou que tinha levantado a mão para ajudar mas porque queria ocupar seu tempo que estava livre naquele momento, quanto o outro seminarista que disse que esperava que qualquer um fosse ajudá-lo menos Dom Bruno.

Aqui a história nos leva a surpresa do encontro de várias histórias e subjetividades, de várias vidas, varios mistérios, várias surpresas.

O simples fato de se espantar com algo, ficar surpreso, é a destruição em nós da fantasia criada pela nossa história de vida. Quando se destrói a fantasia e damos de cara com uma realidade nova, com um mistério, nos fascinamos. É no mínimo muito inquietante, ou em algumas vezes aterrorizador (como no caso Katarine que é relatado na biorafia de Freud). O que importa aqui é que o real, a realidade do hoje é sempre espantosa, e as vezes por demais fantasiada quando relembrada amanha.

Embora sempre passado e imutável podemos dar inúmeros significados aos acontecimentos de nossa história de vida, porém para que a fantasia não se torne uma neurose é nescessário viver o momento presente com toda a intensidade de nossas vontades e tentar compreender no hoje, agora, o que está acontecendo. Somente munido do máximo de informações possíveis, nós podemos dar um significado (ou uma fantasia como quiserem) mais próximo do real.

Por exemplo no caso que relatei logo acima, Dom Bruno me disse claramente, não sei porque, mas eu não me dava bem com aquele irmão e nem ele comigo.

O não saber nos joga em um abismo de fantasias, por isso é nescessário às vezes nesta vida, vasculhar nossa história passada e procurar novamente aquelas pessoas ou acontecimentos em que não sabemos porque mas ainda não entendemos, ou não suportamos, ou simplemente queremos distancia e não conesguimos aceitar, e verificar a realidade dos fatos.

Temos pleno conhecimento do que queremos? Não, e já disse aqui em um Post de natal, quanto mais teremos pleno conhecimento dos motivos do Misterioso ser que é o outro ? Creio que também não.

continua...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O NOME DO BLOG MUDOU...

O NOME DO BLOG MUDOU...

PSICOTIDIANO É A FORMA PELA QUAL A PSICOLOGIA ENTRA EM NOSSO COTIDIANO

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MAS LEMBREM-SE O MAIS IMPORTANTE É VOLTAREM SEMPRE...

OBRIGADO PELA VOSSA PRESENÇA

M. LEITE

FANTASIA X REALIDADE

Boa tarde meu querido blogespectador.

Trago a vossa presença no dia de hoje uma pergunta.

O que é REAL e o que é FANTASIA ?

Gostaria de definir aqui o que é real e o que seria mera fantasia, criação, meramente humano, como as sensações que nosso corpo é capaz de apreender (apreender: capturar, experimentar). Não quero uma discussão teórica sobre a realidade da pulsão (unica coisa real no ser humano para Freud), mas definir com você e com vossa ajuda a realidade do subjetivo no homem.

Dia desses nas férias (que aliás estão ótimas), li em um livro o seguinte:

O ser humano só é capaz de compreeder aquilo que os sentidos lhe permitem compreender, como exemplo bem simples e muito vago, mas que demonstra fielmente a idéia eu utilizarei o próprio exemplo do livro.

"Um garoto cego desde seu nascimento é chamado em uma palestra para descrever um pedaço de madeira. Ao receber aquele objeto ele diz que é aspero, com cinco bordas pontiagudas, de tamanho mediano que cabe nas suas mãos, etc. Ao final da descrição feita pelo garoto todos que estão a sua volta de olhos vendados tem a certeza que ele está segurando na mão uma estrela de madeira porém de repente o professor pergunta ao jovem aprendiz:

Que cor ela tem?

Enquanto objeto real, a estrela tem uma cor, ou várias, mas o garoto não é capaz de ver a cor, ele não pode compreender aquele estímulo pois não tem o nescessário para apreender aquele estímulo.

Todos ficaram espantados, quando o garoto sorridente disse que era amarela sem titubear, com uma confiança sem igual. Algumas pessoas que podiam ver começaram a rir baixinho pois a cor era a da madeira mesmo, outros ficaram espantados pois isso não se fazia, onde já se viu um Homem brincar daquele jeito, que "piada" mais sem graça.

Porém o maior espanto veio quando o professor disse: está certo meu filho pode voltar ao seu lugar.

Perguntando a outros cegos todos disseram que era amarela, mesmo sem poder ver a cor. Então um dos que podiam ver disse gritando:

- É Cor de madeiraaaaaaaaaaa.

Quando para espanto geral dele alguns cegos deram uma gargalhada sem igual, inclusive o professor dizendo:

Parabéns, agora prove a eles que é cor de madeira.

O jovem por mais que tentasse voltou ficar calado depois de muito tentar explicar."


Pois bem meu amigo(a).

A realidade é real mesmo?

Como derfinir a realidade se tudo passa por nossos sentidos?
Como descobrir o que é real do que é fantasia?

Uma pessoa sente um arrepio e diz que está com frio, e minutos depois sente o mesmo arrepio, e diz que um fantasma passou porto dela.

A realidade é o que é puramente, in natura, enquanto que a fantasia é o que nossa subjetividade apreendeu.

Quem nunca se perguntou se o amarelo que eu enxergo é o mesmo que outra pessoa enxerga? Ou mesmo por que será que vemos uma mesma foto de dois irmaos e os dois irmaos tem historias diferentes da mesma foto para contar?

A partir da realidade criamos a fantasia, a fantasia em outras palavras é a realidade criada em nós. Lembrem em outros textos mais antigos do blog que eu comentei sobre a história de cada pessoa? Pois é meus amigos, você é você mesmo por tudo o que você viveu e por isso sua realidade é diferente da realidade de todo o resto do mundo.

SUA VIDA, SUA HISTÓRIA, SUA FANTASIA, SUA REALIDADE...

Em outras palavras, o mundo existia antes de você existir, e continuara existindo (muito provavelmente) depois que você morrer, porém, não o seu mundo, não do jeito que você vê.

Podemos dizer então que nada existia antes de você, até que você nasceu, tudo é fantasia dos outros e não sua. Hoje pode ser também sua se você aceitou elas em você como história. Mesmo jamais fazendo parte delas.

Esse é o processo da fé.

Na segunda guerra mundial, eu não estive, não presenciei, não vivi, nem convivi, mas existiu, me foram passados dados dela, provas que existiram, mas provas que puderam também ser forjadas, mas eu acreditei, tive fé que existiu e ela passou a fazer de mim como história.

Fé:Crer sem ver

domingo, 18 de janeiro de 2009

Novos Ares.

Boa tarde galerinha. Acabei de chegar em casa e já trago saudade dos DOMs (Deus Ótimo Máximo) de Ponta Grossa... pode apostar que estarei voltando por lá.

Voltei oficalmente hoje e perdi todo o fio da meada que o blog estava tendo.

Essa parada das diferenças, tentarei continuar...

Nós enquantos iguais por sermos humanos, somos diferentes naquilo que não temos em comum. Seja na aparencia, no pensamento, na forma de ver o mundo, nos desejos, nos limites, ou seja, somos iguais; porém diferentes.

Para compreender os outros, nada melhor que olharmos um pouco para o nosso umbigo, agora pode...

A cada dia que passa, desejamos algo, as vezes a mesma coisa, as vezes algo novo, as vezes nem queremos nada, na verdade ainda assim queremos algo visto que o nada é também um desejo. Sim é desejo mesmo que o objeto esteja indefinido ou não haja, e somente por mudar o desejo, já mudamos de planos, já mudamos de pensamento e para surpresa geral, já estamos um pouco diferentes.

Também podemos olhar a diferença pelo aspecto biológico, pois a cada dia que passa milhares de células são substituidas no nosso corpo, nos fazendo diferentes.

Esta diferença está ocorrendo agora, neste exto momento enquanto você le este texto.

Comprendemos agora que nos modificamos a cada segundo, quanto mais os outros, pela sua história, pelo seu organismo, por ser simplesmente outro já é uma grande diferença. Podemos dizer que é mistério.

Assim explico que embora iguais na essência, somos diferentes.

Para encerrar "o seminário" sobre relacionamento humano, gostaria de dizer somente mais uma coisa.

O problema que na verdade não é problema, mas falta de uma perspectiva outra que não seja o nosso própio umbigo gera a maioria senão todos os problemas de relacionamento. Em outras palavras se conseguissemos calçar a sandália do pé alheio, muitos problemas poderiam ser evitados.

Um abraço especial ao futuro mosteiro de regra de Santa Faustina em Lucélia-SP. Outro abraço especial para o programa eu disse sim de Maringá-Pr.

Aos DOMs do Mosteiro da Ressureição, deixo um abraço, e um recado, eu voltarei, e desde já muito obrigado pela caridade com o mendigo de Cristo, ou se preferirem um peregrino a mais nesta terra que caminha para a Eternidade.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

ESTAMOS EN LA PLAYA

Boa noite pessoas queridas.

Percebi que o blog deu uma caída, acho que já enjoaram do meu barzinho novo, mas como tudo que sobe tem que descer (pelo menos eu esperava ver uma subida no blog).

Continuando com a série sobre a comunicação, hoje falarei um pouco sobre os tipos de pessoas.

Existem basicamente dois tipos de pessoas, a primeira, o Eu (considere o Eu como você que lê este texto), o segundo tipo, os outros.

Como está escrito nos posts anteriores, sobre os outros, hoje trataremos um pouco mais deste segundo tipo de pessoa, um grande mistério não é mesmo.

Os relacinamentos humanos basicamente são edificados sobre interesses, sejam os interesses bons ou ruins, ao final com uma vista mais grossa são apenas interesses.

Se você tem um propósito, uma motivação, há algo por tráz disso tudo, um interesse simples, muitas vezes confuso, mas sempre há algo que o leva a realizar ações, sejam boas ou ruins, sejam apenas atitudes simples ou até de extrema importância para sua sobrevivência, ou simplesmente seja para viver.

Na Logoterapia de Viktor Frankl, é concedido ao cliente do psicólogo verificar que a vida deve ter um sentido, senão não há vida.

As motivações, os interesses, os sentidos que queremos que nossa vida tenha (em outras palavras nossos sonhos a se realizar) se pautam sempre através do outro, sempre se esbarram nos outros, no segundo tipo de pessoa.

"O Homem é um ser social", sim, precisamos dos outros, seja para concordar, para discordar, ou simplesmente para estar. Devemos compreender o outro e as suas atitudes de acordo com os sinais que emitimos, como somos, ou como gostariamos de ser.

Já perceberam naquele velho ditado que os opostos se atraem? Quanta sabedoria, os opostos se completam, muito mais do que se atraem se tornam um.

Os outros são muitas vezes partes que faltam em nós, são sentimentos que gostariamos de ter ou negar que os temos, mas mesmo assim, são outros, não somos nós, não sou Eu. Eis aí o mistério, não Sou aquele que me completa, sou dividido, diferente, somos dois e não um.

Próximo tópico tratarei da diferença, e a percepção dela nas relações humanas. Perdoem os erros e as confusões, mas precisava escrever para não deixar às moscas meu blog. Estou na praia em uma Lan e quando chegar em casa corrijo o que precisar, enquanto isso conto com a ajuda de vc´s nos comentarios ok?

abraços e Feliz 2009

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O Problema estudado

Bom Dia meus amigos. Estarei dauqi a 3 horas indo viajar, mas antes vim passar aqui para não frustrá-los.

Bom como o discorrido ontem, a Sociedade em si é composta por grupos e cada grupo tem um código de comunicação, entendam por favor que como código, não me refiro apenas a fala, mas a toda expressão de linguagem. A linguagem é tanto um olhar, um gesto, uma expressão facial, um desenho, uma escrita, uma fala, ou seja, tudo aquilo que é utilizado para tranmissão de uma mensagem. Até mesmo o ato de não se expressar podemos também considerar como uma forma de linguagem, afinal o não expressar-se também transmite um código.

O que muitas vezes ocorre é que estes códigos que levam uma mensagem, embora cheguem ao seu destinatário, e volto a reafirmar que é provavelmente a maioria das vezes, chegam de uma forma compreensível tanto pelo código utilizado quanto pela mensagem expressa. Porém nunca cem por cento e em algumas poucas vezes esta mensagem não é compreendida em nada.

Podemos citar como exemplo um jogo de cartas como o Truco. Existem sinais que um parceiro envia para o outro para que ambos saibam as cartas um do outro, porém algumas vezes estes sinais são ou mal compreendidos ou não totalmente compreendidos.

Em nosso dia a dia emitimos vários sinais em nossa sociedade. Repare que com um olhar podemos nos expressar muito mais do que gostariamos, ou senão o nosso corpo as vezes fala invuluntariamente nos entregando como quando bocejamos.

Mas e daí, tudo bem, somos sociais, nos comunicamos mas por que as vezes não cou compreendido?

Lembrem-se sempre do presentinho de natal "é a sua cara".

Quando nos comunicamos há um outro. Um outro que é totalmente outro, ou seja, embora algumas vezes conviva com você até diariamente, este outro é totalmente independente de você.

Quando emitimos um sinal, muitas vezes pensamos que o outro irá compreender pois "eu compreenderia", leve, porém grave engano. As vezes não só não compreende como compreende de forma totalmente errada, digo aqui errado no sentido de outra compreensao diferente da que o emissor da mensagem gostaria.

Para que haja uma compreensão é nescessário que os mesmos códigos para enviar uma mensagem sejam utilizados para decifrar a mensagem. As vezes estes códigos se embaralham e a conclusão é de uma mensagem não tão tranparente assim ou ininteligivel.

Temos na psicologia um homem chamado Lacan. Ele escreveu muitas coisas e quando indagado por que era tão dificil compreende-lo ele disse: "que continue assim" pois de uma certa forma forçavam as pessoas que achava sua interessante a estudar ainda mais e ter uma formação ainda melhor (por isso não dicutam com os lacanianos, a maioria sabe o que fala...). No caso de Lacan o código utilizado na mensagem era muito complicado para ser compreendido por qualquer pessoa, exigindo assim que as pessoas buscassem uma ferramenta (o estudo mais aprofundado de Freud), para melhor compreende-lo em sua essência.

Tomemos cuidado, sejamos mais compreensíveis, afinal ao estarmos muitas vezes discursando sobre algo podemos estar falando claramente a nós, mas ao inal ninguém entendeu bulhufas nenhuma do que foi dito. E como no caso do presente errado, o culpado pode ter sido você.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O PROBLEMA

Boa tarde meus queridos blogespectadores. A repercussão está indo de vento em popa. Meu blog parece até mesmo um barzinho novo recém inaugurado. Estou ficando orgulhoso. RSRSRS

Bom, continuando o Post anterior, neste aqui eu quero tratar sobre o como ver os atos dos outros em especial a linguagem.

O PROBLEMA maior é que somos seres sociais, e isso por si só já nos trouxe (e continua trazendo) uma série de indagações sobre como se portar, como conviver, como ser em sociedade.

Uma pessoa é uma pessoa, dentro de um grupo de genitores biológicos, essa pessoa faz parte de uma família, fora da família esta pessoa tem alguns amigos (deveria pelo menos, ao menos um para funcionar o esqueminha aqui representado), com os amigos esta pessoa forma um outro grupo, pequeno, grande ou um grupo sertanejo de dois, tanto faz. Sabemos que para que tivessem essas duas pessoas (não irmãos) seriam nescessários quatro pessoas para gerar essas duas, duas do nosso sujeito principal nós já abordamos, e agora mais duas, os genitores do amigo (amiga, amigos, amigas, namorada, namorado, enfim...). Só nesta brincadeira, o nosso sujeito já está em contato com 3 grupos distintos, embora mesclados, distintos.

Em cada grupo há uma linguagem específica, uma maneira especial de se passar uma mensagem, de se comunicar. Para um grupo o sarcasmo é a figura de linguagem mais empregada nos diálogos enquanto para um outro grupo a metáfora é mais utilizado, e assim por diante.

Temos uma microsociedade.

Grupos que se comunicam, que entendem e se fazem entender.

Será mesmo?

Não. É isso aí meus amigos, como no natal, em que recebemos algo que para um era a nossa cara mas para nós não passava de lixo, nossas mensagens são no mínimo ambíguas, dúbias, dignas da famosa pergunta "o que você quer dizer com isso?"

Meus queridos leitores, se vocês já chegaram até aqui é que o texto deve estar no mínimo satisfatório, que bom, comentem pois preciso ver o que vocês querem que eu aborde daqui para frente.

Aos que leram até aqui e pensam que está faltando algo, sim vocês estão cobertos de razão, falta um fim, uma conclusão, um algo. O que eu quero dizer com isso? Muito simples, vocês serão obrigados a entrar no blog de novo para conferir o resto do texto amanhã ou depois.

Mais uma vez obrigado pela audiência e até mais tarde.

ps: Vamos a La Playa amanha cedinho... ainda não comprei o protetor pois estou procurando um que venha com repelente de mosquitos, muriçocas, trombadinhas, bala perdida, criança no sinal... Algúem sabe de tem protetor havaina de Pau?

domingo, 28 de dezembro de 2008

FAZENDO ALGO...

 
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