terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O Problema estudado

Bom Dia meus amigos. Estarei dauqi a 3 horas indo viajar, mas antes vim passar aqui para não frustrá-los.

Bom como o discorrido ontem, a Sociedade em si é composta por grupos e cada grupo tem um código de comunicação, entendam por favor que como código, não me refiro apenas a fala, mas a toda expressão de linguagem. A linguagem é tanto um olhar, um gesto, uma expressão facial, um desenho, uma escrita, uma fala, ou seja, tudo aquilo que é utilizado para tranmissão de uma mensagem. Até mesmo o ato de não se expressar podemos também considerar como uma forma de linguagem, afinal o não expressar-se também transmite um código.

O que muitas vezes ocorre é que estes códigos que levam uma mensagem, embora cheguem ao seu destinatário, e volto a reafirmar que é provavelmente a maioria das vezes, chegam de uma forma compreensível tanto pelo código utilizado quanto pela mensagem expressa. Porém nunca cem por cento e em algumas poucas vezes esta mensagem não é compreendida em nada.

Podemos citar como exemplo um jogo de cartas como o Truco. Existem sinais que um parceiro envia para o outro para que ambos saibam as cartas um do outro, porém algumas vezes estes sinais são ou mal compreendidos ou não totalmente compreendidos.

Em nosso dia a dia emitimos vários sinais em nossa sociedade. Repare que com um olhar podemos nos expressar muito mais do que gostariamos, ou senão o nosso corpo as vezes fala invuluntariamente nos entregando como quando bocejamos.

Mas e daí, tudo bem, somos sociais, nos comunicamos mas por que as vezes não cou compreendido?

Lembrem-se sempre do presentinho de natal "é a sua cara".

Quando nos comunicamos há um outro. Um outro que é totalmente outro, ou seja, embora algumas vezes conviva com você até diariamente, este outro é totalmente independente de você.

Quando emitimos um sinal, muitas vezes pensamos que o outro irá compreender pois "eu compreenderia", leve, porém grave engano. As vezes não só não compreende como compreende de forma totalmente errada, digo aqui errado no sentido de outra compreensao diferente da que o emissor da mensagem gostaria.

Para que haja uma compreensão é nescessário que os mesmos códigos para enviar uma mensagem sejam utilizados para decifrar a mensagem. As vezes estes códigos se embaralham e a conclusão é de uma mensagem não tão tranparente assim ou ininteligivel.

Temos na psicologia um homem chamado Lacan. Ele escreveu muitas coisas e quando indagado por que era tão dificil compreende-lo ele disse: "que continue assim" pois de uma certa forma forçavam as pessoas que achava sua interessante a estudar ainda mais e ter uma formação ainda melhor (por isso não dicutam com os lacanianos, a maioria sabe o que fala...). No caso de Lacan o código utilizado na mensagem era muito complicado para ser compreendido por qualquer pessoa, exigindo assim que as pessoas buscassem uma ferramenta (o estudo mais aprofundado de Freud), para melhor compreende-lo em sua essência.

Tomemos cuidado, sejamos mais compreensíveis, afinal ao estarmos muitas vezes discursando sobre algo podemos estar falando claramente a nós, mas ao inal ninguém entendeu bulhufas nenhuma do que foi dito. E como no caso do presente errado, o culpado pode ter sido você.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O PROBLEMA

Boa tarde meus queridos blogespectadores. A repercussão está indo de vento em popa. Meu blog parece até mesmo um barzinho novo recém inaugurado. Estou ficando orgulhoso. RSRSRS

Bom, continuando o Post anterior, neste aqui eu quero tratar sobre o como ver os atos dos outros em especial a linguagem.

O PROBLEMA maior é que somos seres sociais, e isso por si só já nos trouxe (e continua trazendo) uma série de indagações sobre como se portar, como conviver, como ser em sociedade.

Uma pessoa é uma pessoa, dentro de um grupo de genitores biológicos, essa pessoa faz parte de uma família, fora da família esta pessoa tem alguns amigos (deveria pelo menos, ao menos um para funcionar o esqueminha aqui representado), com os amigos esta pessoa forma um outro grupo, pequeno, grande ou um grupo sertanejo de dois, tanto faz. Sabemos que para que tivessem essas duas pessoas (não irmãos) seriam nescessários quatro pessoas para gerar essas duas, duas do nosso sujeito principal nós já abordamos, e agora mais duas, os genitores do amigo (amiga, amigos, amigas, namorada, namorado, enfim...). Só nesta brincadeira, o nosso sujeito já está em contato com 3 grupos distintos, embora mesclados, distintos.

Em cada grupo há uma linguagem específica, uma maneira especial de se passar uma mensagem, de se comunicar. Para um grupo o sarcasmo é a figura de linguagem mais empregada nos diálogos enquanto para um outro grupo a metáfora é mais utilizado, e assim por diante.

Temos uma microsociedade.

Grupos que se comunicam, que entendem e se fazem entender.

Será mesmo?

Não. É isso aí meus amigos, como no natal, em que recebemos algo que para um era a nossa cara mas para nós não passava de lixo, nossas mensagens são no mínimo ambíguas, dúbias, dignas da famosa pergunta "o que você quer dizer com isso?"

Meus queridos leitores, se vocês já chegaram até aqui é que o texto deve estar no mínimo satisfatório, que bom, comentem pois preciso ver o que vocês querem que eu aborde daqui para frente.

Aos que leram até aqui e pensam que está faltando algo, sim vocês estão cobertos de razão, falta um fim, uma conclusão, um algo. O que eu quero dizer com isso? Muito simples, vocês serão obrigados a entrar no blog de novo para conferir o resto do texto amanhã ou depois.

Mais uma vez obrigado pela audiência e até mais tarde.

ps: Vamos a La Playa amanha cedinho... ainda não comprei o protetor pois estou procurando um que venha com repelente de mosquitos, muriçocas, trombadinhas, bala perdida, criança no sinal... Algúem sabe de tem protetor havaina de Pau?

domingo, 28 de dezembro de 2008

FAZENDO ALGO...

Abcd ário

Sujeito M realiza um ato X para o Sujeito N que ao se deparar com o ato X do sujeito M, pensa que não era X, mas um outro ato, um ato Y. O sujeito N ao se encontrar com seu amigo o Sujeito O, lhe informa do ocorrido, ao que prontamente o sujeito O percebe nem um X muito menos um Y, mas sim que M realizou um ato Z. Ao ser indagado por O o sujeito M responde com toda franqueza:

- Eu fiz isso? Mas como? O que eu relamente quiz fazer era W !?!

Pois é queridos leitores, o mesmo ato, visto de diferentes perspectivas geram diferentes sensações, estas perspectivas diferentes podemos denominá-las como história de vida, relação entre a pessoa que é o ativo da ação e o outro que é o passivo, relação entre as histórias de cada pessoa e principalemnte de como são contados os atos, de como são falados.

Mas na verdade o que aconteceu?

Gostaria de encerrar aqui citando, finalizando essa baderna supra escrita, um dos antigos e sábios ditados greco-romanos-turco-chineses-orientais...

A realidade é relativa a quem a viveu, a quem a experimentou, cada um com sua ESTÓRIA (com E mesmo) , com seu jeito de ser, com sua vida, com seus gostos e desgostos. Calma esse não é o ditado.

Em outras palavras: (Olha o ditado aí gente) "gosto é que nem ** (sem acento por favor), cada um tem o seu e não se discute".

Vejam como é lindo os relacionamentos humanos...

sábado, 27 de dezembro de 2008

Vamos a La Playa

Brasilia regulada, frango assado recheado com farofa, tubaína quente, garrafa pet 2 litros com um restiho de gasolina, outra garrafa pet com água pro motor do carro, a vó o vô o pai a mãe as crianças a sogra o sogro, o totó e a totôa, o pexinho que tb não pode fica sozinho e a samabaia da mamãe que tem que regar e nunca ninguém lembra de regar as samambaias.

Pronto, depois de enfiar tudo isso na brasilia, vamos a praia...

É engraçado viajar. O que precisamos não levamos, o que levamos não usamos, e o que não precisamos sempre vai junto. Resultado disso tudo é a mala, que quando abrimos vira Baú.

Quem nunca levou algo em uma viagem que além de não usar ainda passou raiva por que estava ocupando espaço de outras coisas que ficaram para traz?

Pois é, nossa vida é uma viagem, o que está indo no bagageiro? O que estamos carregando? Posso dizer que em vez de malas tenho carregado um Baú, de saudades, de alegrias de tristezas, mas nada assim muito util pro amanha, carrego só pra hoje, e se faltar, dou um jeitinho e compro.

Quanto custa o protetor solar na praia???

abraços e até depois

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Conversas de Elevador

Mais de Natal:

Hoje ao me deparar com uma Senhora simpática e Xiq (pelo menos parecia) no elevador a conversa de Natal foi inevitável. Provavelmente ela reparou nos pacotes que eu carregava e mandou uma pergunta inquietante.

- Então chegou a hora de trocar os presentes?

Eu fiquei quieto, acanhado, pois não tinha dado muitos presentes, que tipo de troca ela estava falando? Será que como todo mundo que entra em um elevador, ela não poderia vir me falar do tempo ou simplesmente perguntar se eu estava bem?

Aquele momento mágico na qual não encontrei um signifcado apropriado na mensagem, logo foi interrompido por mais uma pergunta.

- Ganhou muitas coisas que você não queria também? Tem que correr pra trocar agora antes que nas lojas não reste nada mais que preste (não foi com essas palavras, "só sei que foi assim"¹).

Conversamos mais uns 4 andares antes do destino, a portaria, e ao sair disse a ela o que o Dr. House disse, podem conferir no Post anterior, e ela graciosamente me responde com um sorriso irônico:

- Pois é, além de darem coisas ruins ainda têm a capacidade de nos dizer que acharam a nossa cara.

Quero agradecer a todos os que me presentearam com apenas uma exceção ganhei coisas ótimas, agora não sei se dei as coisas certas.

Meu guarda roupas estaria vazio sem as festas de Natal aniversário, obrigado pelas roupas, dinheiro, carteira, carinho, obrigado a todos por me ajudarem a economizar meu tempo nas filas de lojas, meu dinheirinho patrocinado pelo meu pai, e acima de tudo obrigado por me azer economizar até no meu estilo, me dando coisas que sem duvida alguma um dia eu vou usar.

Ps: antes que me esqueça, estou reorganizando meu guarda roupas, presentes dos anos anteriores serão presentes pra alguém este ano que chega, tomara que eu não confunda as roupas velhas para doar com as novas que me foram doadas. Tá bom, as vezes tomara que NÃO.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

um dia a mais

Que neste natal, o papai Noel possa talvez morrer pra que percebamos que a felicidade vem de dentro e não de fora... talvez assim tenhamos e façamos aos outros um natal mais feliz...

odeio dar presentes, ainda mais receber... como diz o meu "mestre" Dr. Greory House (sim é o do seriado)... "os presentes servem para vermos o quanto as pessoas não te conhecem".

o problema maior é o fato de eu ter pedido uma coisa, ter ganho ela e ainda estar descontente. Vivi aquele momento: Pedi isso, queria isso, mas no fundo outra coisa, que nem eu sei bem o que é, mas já que veio tu vai tu mesmo.

enfim, ganhamos o que pedimos (azar o seu se não), mas não queremos o que temos, pq o presente do vizinho é sempre melhor que o meu?

 
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