sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Cotidiano: toques.

Hoje gostaria de refletir um pouco sobre os toques que recebemos em nosso dia a dia. Sejam estes toques em um bom dia da pessoa amada, ou no elevador lotado na hora de ir trabalhar, ou ainda dentro do ônibus com todo mundo tocando todo mundo, exceto o motorista, até o cobrador é sutilmente tocado quando recebe o dinheiro ou devolve o trocado.

São sempre toques, estes toques ás vezes são acompanhados de olhares, sorrisos discretos ou feições ranzinzas, ainda sim, eles sempre são o ponto de partida para uma reação.

Reagir a um outro, uma outra pessoa que se enconstou, ou que foi encostada por mim. O toque é sinal de que  não estou só no mundo, de que há vida fora de meu mundinho.

Tocar e ser tocado é por princípio o que nos ajuda a manter contato. Bem no início de nossas vidas somos todo toque, todo contato na barriga de nossas mães. O bebê após nascer as vezes não quer leite, não quer ser trocado, não quer a voz, quer apenas o aconchego de um toque, aquele toque de que está acostumado, o toque da mãe, so pai, dos avós...

Tamanha a importância do ser tocado que pessoas que não se tocam se tornam mais fechadas, com maior propensão a doenças de pele. A pele é o maior orgão do corpo humano, deve ser estimulado da forma como convém, com o toque.

Um beijo, um abraço, um carinho, um toque, além de ser bom, segundo muitas pesquisas, também ativam nossas defesas orgânicas, melhoram nosso humor e nos faz mais felizes.

A partir do toque surge a atenção a algo que está acontecendo ou que aconteceu, a partir daí utilizamos outros sentidos como o olhar...

Continua semana que vem.

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