Boa tarde galerinha. Acabei de chegar em casa e já trago saudade dos DOMs (Deus Ótimo Máximo) de Ponta Grossa... pode apostar que estarei voltando por lá.
Voltei oficalmente hoje e perdi todo o fio da meada que o blog estava tendo.
Essa parada das diferenças, tentarei continuar...
Nós enquantos iguais por sermos humanos, somos diferentes naquilo que não temos em comum. Seja na aparencia, no pensamento, na forma de ver o mundo, nos desejos, nos limites, ou seja, somos iguais; porém diferentes.
Para compreender os outros, nada melhor que olharmos um pouco para o nosso umbigo, agora pode...
A cada dia que passa, desejamos algo, as vezes a mesma coisa, as vezes algo novo, as vezes nem queremos nada, na verdade ainda assim queremos algo visto que o nada é também um desejo. Sim é desejo mesmo que o objeto esteja indefinido ou não haja, e somente por mudar o desejo, já mudamos de planos, já mudamos de pensamento e para surpresa geral, já estamos um pouco diferentes.
Também podemos olhar a diferença pelo aspecto biológico, pois a cada dia que passa milhares de células são substituidas no nosso corpo, nos fazendo diferentes.
Esta diferença está ocorrendo agora, neste exto momento enquanto você le este texto.
Comprendemos agora que nos modificamos a cada segundo, quanto mais os outros, pela sua história, pelo seu organismo, por ser simplesmente outro já é uma grande diferença. Podemos dizer que é mistério.
Assim explico que embora iguais na essência, somos diferentes.
Para encerrar "o seminário" sobre relacionamento humano, gostaria de dizer somente mais uma coisa.
O problema que na verdade não é problema, mas falta de uma perspectiva outra que não seja o nosso própio umbigo gera a maioria senão todos os problemas de relacionamento. Em outras palavras se conseguissemos calçar a sandália do pé alheio, muitos problemas poderiam ser evitados.
Um abraço especial ao futuro mosteiro de regra de Santa Faustina em Lucélia-SP. Outro abraço especial para o programa eu disse sim de Maringá-Pr.
Aos DOMs do Mosteiro da Ressureição, deixo um abraço, e um recado, eu voltarei, e desde já muito obrigado pela caridade com o mendigo de Cristo, ou se preferirem um peregrino a mais nesta terra que caminha para a Eternidade.
Da concisão
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Possivelmente tudo começou ato contínuo à leitura do s do adeus. Lembro-me
ainda hoje - dez anos depois - daquele bilhete elíptico; não era longo
feito s...
Há 3 meses
2:43 PM
Marco Correa Leite
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Bacana.. tudo é diferença mesmo se tratando de um mesmo foco. Somente o amor de Deus é único e mesmo assim Ele, ao tocar a cada um com Seu Amor, faz isso conforme a necessidade pessoal, portanto, diferentemente. Eis aí um grande sentido de Vida... apesar do mal acontecer a todo instante, o amor único de Deus, ao ser percebido, faz bem a quem o percebe e uma vez tocado, este individuo se sente amado, e sendo amado fica em paz e bem consigo mesmo. Uma vez bem consigo mesmo, o individuo consegue olhar o outro com um olhar mais compassivo, pois sabe que este amor de Deus existe também para o outro independente do que este faça, escolha, considere... Aceitar esta condição nos eleva a uma dimensão maior e faz compreender que se o outro não está fazendo um bem é porque não descobriu ou ignora que o Amor de Deus existe por todo universo. Acredito ter sido assim com Victor Frankl. Teve um sentido no Amor e assim conseguiu suportar as pressões de um campo de concentração...(alguém lhe fere mas um Amor transcedental, maior, o renova e lhe permite a condição de aceitação e compaixão e com isso a superação). Acredito que neste Amor não vale apenas saber que Deus Ama, é preciso transferir o Amor de Deus aos relacionamentos e isso é muito dificil pois envolve os sentimentos humanos como um todo e junto as suas trocas... Eis aí as guerras e os festivais pacíficos, os assassinatos e os casamentos com concepções de novas vidas, as lagrimas e alegrias, as lutas e desânimos...escolhas diferentes feitas por Seres diferentes... são os paradigmas da Vida Humana.
Eis o sentido da vida trocada pelos iguais tão diferentes entre sí.
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